truque de mestre

X MEN

X MEN
Mostrando postagens com marcador Bradley Cooper. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bradley Cooper. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de junho de 2015

SOB O MESMO CÉU POR ALÊ SHCOLNIK


Cameron Crowe ( “Vanilla Sky", “Quase famosos”) está de volta as telas do cinema com essa comédia romântica estrelada por Bradley Cooper, Rachel McAdams e Emma Stone!

Sob o mesmo céu (Aloha) conta a  história de um militar que tem a oportunidade de retomar sua carreira no Havaí, após uma fase  ruim. Enquanto busca redenção profissional, ele tem de lidar com antigo amor ao mesmo que uma promissora jovem da Força Aérea nutre sentimentos por ele.

A sinopse do filme é fofa e tem tudo para agradar, mas infelizmente, o filme  não engata, falta ritmo na história, além de deixar vários pontos inabertos. O longa não é ruim, mas também não é bom, é um filme mediano com alguns bons momentos, Alec Baldwin sem dúvida alguma, protagoniza a melhor cena do filme (dica: está no final do filme!).

Com direção e roteiro de Crowe, “Sob o mesmo céu”, é um filme de boas atuações (aliás, que elenco!!!) e uma  trilha sonora ótima.

O  filme está sendo  criticado por seu elenco majoritariamente branco, enquanto na realidade apenas 30% dos havaianos são caucasianos. A polêmica foi tanta que a Sony, que produziu o filme, precisou divulgar um comunicado se defendendo das acusações de racismo.

“Enquanto algumas pessoas têm julgado um filme que ainda não viram e um script que ainda não leram, o filme ‘Aloha’ apresenta respeitosamente o espírito e a cultura do povo havaiano. O cineasta Cameron Crowe passou anos pesquisando esse projeto e esteve por muitos meses no local, no Havaí, cultivando relacionamentos com as principais vozes locais. Ele ganhou a confiança de muitos líderes comunitários havaianos, incluindo Dennis ‘Bumpy’ Kanahele, que desempenha um papel-chave no filme”, diz o comunicado da companhia publicado pela revista US Weekly.


É no mínimo uma experiência agradável!


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

SNIPER AMERICANO POR JULIANA MENESES



O texano caubói Chris Kyle, sem muita perspectiva de sucesso na carreira resolve alistar-se após os atentados de 11 de setembro. Tendo aprendido a atirar com seu pai que desde criança o levava para caçar, é escolhido para ser atirador de elite em plena guerra do Iraque. O longa é baseado no livro “American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Militar History” e conta a história real do maior atirador de elite dos Estados Unidos que entre os anos de 1999 e 2009 efetuou cerca de 160 baixas, recebendo o apelido de "A lenda".

Dividido entre sua família e seu enorme patriotismo, Chris não consegue se desvencilhar de sua missão no Comando Naval de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (SEAL) e apesar das diversas ameaças de abandono e suplicas de sua mulher Kyle (Sienna Miller) ele passa dez anos entre seu país e o Iraque.

Mesmo esse não sendo o filme mais aclamado do diretor Clint Eastwood, Sniper Americano consegue deixar o espectador inquieto o filme inteiro. A tensão criada em diversas cenas, faz quem assiste se colocar no lugar do protagonista, na angustia se deve ou não puxar o gatilho.

A guerra é retratada em campos de batalha nos quais os soldados tentam proteger-se mutuamente e são extremamente leais entre si e para com seu país, mostrando um patriotismo que os cega e faz com que eles ponham suas vidas totalmente em risco, além de retratar um ódio, desprezo e desconfiança por todos os iraquianos.

A narrativa é bastante didática e retrata a biografia de Chris Kyle de forma pontual. Bradley Cooper da conta do recado indo bem das cenas de violência até as de drama, mostrando um soldado viciado na guerra, que mata para proteger seus companheiros e seu único sentimento de culpa é não poder salvar a todos. O filme mostra todo trauma provocado pela guerra assim como o transtorno ao não se sentir inserido na realidade "normal".


Concorrendo em seis categorias do Oscar, dentre elas melhor filme, melhor ator e melhor edição, sendo forte concorrente nessa última categoria por ter uma excelente montagem, alternando as cenas da vida em família e da guerra.