truque de mestre

X MEN

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quarta-feira, 20 de março de 2013


Addison e Liza são dois irmãos que fogem com o dinheiro de um golpe em um cassino. Em uma região próxima a fronteira com o Canadá, os irmãos sofrem um acidente durante a fuga e são obrigados a seguirem viagem separados.

"A Fuga" é o tipo de filme que você fica o tempo todo na expectativa. Filme sem identidade (drama, suspense, thriller policial?), personagens demais e mal desenvolvidos, diálogos forçados e clichês por toda parte. 

O filme é uma verdadeira confusão, em que nada se encaixa e tudo se repete. A trama se perde entre tantas histórias.

Mesmo com um bom elenco é em um filme descartável.

O filme começa bem, em  um cenário de neve e isolamento (vale a pena fotografia!), mas parece que foi finalizado às pressas. 

Por incrível que pareça, o filme foi selecionado no prestigioso festival de Tribeca em 2012.

segunda-feira, 18 de março de 2013


Um amor poderia santificar, ao mesmo tempo que atiçar um fogo capaz de desejar a morte?

"Anna Karenina" é um espetáculo cruel sobre a existência de mentiras no casamento.

A trama conta a história de uma aristocrata da Rússia Czarista que, apesar de possuir beleza, riqueza, popularidade, um marido, e um filho amado, sente que sua vida é vazia.

A condução dos cenários de forma teatral é triunfante, além de trabalhar em compasso com a Direção de arte e com o Figurino que são estonteantes.

A representação da música junto com a respiração dos atores na cena do baile principal é de uma beleza impecável.

Chega a ser impressionante como os personagens históricos caem tão bem em Keira Knightley. A atriz faz um trabalho belíssimo como Anna Karenina, que é baseado na obra de Leon Tolstoi. 

É a segunda vez em que Keira Knightley e Matthew Macfadyen atuam juntos, o anterior foi "Orgulho e Preconceito" de 2005.

Agora, se você espectador, pensa que verá cenas tórridas de amor neste filme, esqueça!

sexta-feira, 15 de março de 2013



Uma guerra nos bastidores de uma eleição para prefeito de Nova York, onde o poder é o seu maior inimigo, essa é a trama de "Linha de Ação".

Nicholas Hostetler tenta se reeleger a todo custo, escondendo fatos que podem comprometer sua carreira, de alguma forma. Hosteler então, contrata Billy Taggart para um serviço, mas seu trabalho ameaça perigosamente seu futuro. Agora, a única maneira de sobreviver é entrando no jogo sujo de trapaças da política.

"Linha de Ação" é um suspense político, estrelado por Mark Wahlberg e Russell Crowe. Como todo longa sobre política, a história se passa em um mundo de corrupção e negociatas.

Com um roteiro razoável, mas que decepciona ao final por deixa-lo tão aberto, sobre o que de fato realmente aconteceu. O filme e seus muitos personagens, alguns intrigantes e outros bem desnecessários, deixa a desejar. 

quarta-feira, 13 de março de 2013


Oscar Diggs é um mágico de circo de ética discutível, que é carregado do poeirento Kansas para a vibrante Terra de Oz, onde conhece três bruxas, Theodora, Evanora e Glinda, que não estão convencidas de que ele é o grande feiticeiro que todos imaginam.

Tragado pelos épicos problemas em que a Terra de Oz e seus habitantes estão enfrentando, Oscar tem que descobrir quem é bom e quem é mau, antes que seja tarde demais.  

 O diretor  San Raime soube equilibrar o filme em fantasia e suspense. Raime pontuou o filme com seu estilo, cheio de sombras e sustos. 

O filme se destaca pelo visual:  iniciando em belas imagens em preto e  branco pontuando bem a história (e lembrando o original), passando para Terra de Oz, que é linda e tem um design que lembra uma mistura entre o País das Maravilhas e a fábrica de Willy Wonka.

O roteiro agrada, alguns diálogos destacam-se e as morais são bem apresentadas.

O  diálogo entre Glinda e Oscar argumentam a ideia de que "nem sempre conseguimos o que esperamos, mas devemos aproveitar aquilo que temos, e que pode isso pode sair-se melhor do que imaginamos" é reflexivo, e o destino da personagem Theodora define perfeitamente alguns casos que ocorrem na sociedade atual. É triste ver como algumas pessoas boas e ingênuas podem ser enganadas e machucadas, e como isso pode torná-las pessoas frias e malvadas. 

A magreza da atriz Rachel Weiz chega a chocar, da mesma forma que o penteado de Oz incomoda visualmente, além do macaco que acompanha OZ, lembrar a fisionomia da filha andrógina de "Crepúsculo".

Em um mundo mágico e poderoso, onde as cores são instrumentos fundamentais para os nossos olhos brilharem, Oz se declara um mágico à altura de bons e velhos truques. É na cena final com o rosto gigante do Oz, que vemos  uma grande homenagem á época de ouro da Disney, quando os efeitos sonoros eram feitos a mão. 

"Oz: Mágico e Poderoso"  é uma ótima opção de entretenimento. Espero que possamos conferir a origem dos outros personagens para depois de tudo ser feita uma nova versão com a chegada de Dorothy.

terça-feira, 12 de março de 2013


Que estreia saborosa de Dustin Hoffman na direção! O veterano ator provou ser capaz de uma direção segura, embora sem grandes novidades estéticas. Está estampado o carinho com o qual o diretor se dedicou ao projeto e conduziu seus personagens. 

Difícil apontar qual dos atores está melhor. O legal do roteiro de Ronald Harwood (vencedor do Oscar em 2002 por O Pianista),  é que todos têm chance de brilhar em algum momento do filme. 

Baseado na peça de Ronald Harwood, o filme  mostra a vida de amigos idosos que vivem em um asilo, onde durante anos, o grupo se prepara para celebrar o aniversário do famoso compositor italiano Giuseppe Verdi e, assim, arrecadar fundos para manter o próprio lar. 

Gracioso, emocionante e honesto, "O Quarteto" é uma homenagem a Música Clássica. Desde a abertura apresentando seus personagens ao som de "Brindisi" à peça final interpretada brilhantemente por seus atores.

O roteiro, bem interpretado pelo seleto grupo de veteranos é um deleite. Pauline Collins e Maggie Smith são pura paixão em cena. Maggie Smith, sem dúvida alguma,  é uma das atrizes mais talentosas de todos os tempos!

De fato, envelhecer não é tarefa para "maricas"!

O filme ganhou um NBR Award na categoria Top Ten Indepent films, já Dustin Hoffman ganhou um Audience Choice Award e um Hollywood Breakthrough Award.


sábado, 9 de março de 2013


Al Pacino, Christopher Walken e Alan Arkin são três parceiros de crime aposentados e que decidem se reunir novamente. Mas, nesse roteiro ocorre um pequeno detalhe, um deles terá  que executar seu último trabalho: matar um de seus amigos.

É sempre bom ver Al Pacino em cena. O ator encarna Valentine, mas prefere ser chamado de Val, um crimonoso que acaba de sair da cadeia e está em condicional. Seu amigo Doc (Christopher Walken), o hospeda em sua casa. Durante os próximos dias, ambos reviverão essa antiga amizade, que com certeza tem muita história para contar.

"Amigos Inseparáveis" chega a ser uma visão original sobre o difícil ato de envelhecer. 

O filme é uma comédia de ação divertida e nem um pouco clichê, mas a execução ficou falha. Com um ideia interessante, Noah Haidle escreveu esse roteiro, dirigido por Fisher Stevens, mas "Amigos Inseparáveis" não chega a ser um blockbuster, muito menos uma fita cult. Seu elenco carrega o peso do filme, literalmente, nas costas.

A trilha sonora do filme é assinada pelo cantor Jon Bon Jovi.

quarta-feira, 6 de março de 2013


Apesar de não ser um filme sobre o cineasta,  "Hitchcock", conta  os bastidores de "Psicose", clássico do anos 60,  e como era conviver com um gênio do cinema.

A atuação de Helen Mirren como Alma Reville, esposa de Hitchcock está sensacional e esplendorosa! Quanto a atuação de Anthony Hopkins, seu trabalho ficou um pouco atrapalhado por conta da maquiagem exagerada. A representação do ator chega a ser comprometida, pois as suas expressões parecem a de um boneco.

Com uma  direção competente, o filme narra (na voz de Hopkins) de forma leve e interessante a dificuldade que Hitchcock enfrentou para tirar do papel um dos melhores filmes da história, além de mostrar um pouco das excentricidades do diretor.

O filme ainda conta com as presenças de Scarlett Johansson e Jessica Biel que dão um charme especial ao filme.

O  roteirista do filme, Stephen Rebello, é o autor do livro "Alfred Hitchcock And The Making Of Psycho", no qual o filme foi baseado.

"Hitchcock" foi indicado ao Oscar de melhor maquiagem. Já Helen Mirren foi indicada ao prêmio de melhor atriz no Globo de Ouro, no Screen Actors Guild e no BAFTA.