truque de mestre

X MEN

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sexta-feira, 6 de setembro de 2013


É preciso descobrir aonde vale a pena gastar energia, tempo e dinheiro. É necessário escolher qual caminho você quer trilhar em busca do sucesso, parece que Kutcher soube escolher dessa vez.

Ashton Kutcher, conhecido pelos filmes de comédia, conseguiu se desvincular dessa imagem em “JOBS”, o ator muito bem caracterizado por sinal, não só levou as telas os trejeitos de Steve Jobs, como mostrou que é capaz de vestir bons personagens reais.

A direção e roteiro pontuaram os fatos mais importantes e cruciais na carreira de Jobs:

A reunião de um grupo de nerds em 1974, (como eles mesmos se intitulavam) se reúne em busca da venda de computadores pessoais;

Em 1977, a empresa Apple Computer se apresenta para o mercado na Feira de São Francisco. Logo, a criação dos parâmetros grandiosos de Jobs tomam conta, criando assim um mercado competitivo com a IBM e a Dell;

Em 1985, Jobs é considerado como uma bomba dentro de sua própria empresa e o conselho o desarma. Com a restruturação planejada por John Scully (CEO da empresa), Jobs não ficaria com o controle de nenhuma divisão e nenhum encargo operacional, mas poderia ficar na empresa com o título de presidente do conselho e no papel de visionário dos produtos. Jobs não aceitou. Ele agora estava fora da Apple;

Foi em 1996 que o criador da Apple deu a volta por cima, e retomou a empresa.

Steve Jobs foi um visionário. Sua filosofia de vida movimentou muitas pessoas em prol das suas escolhas, embora muitas vezes não soubesse lidar com o ser humano, soube motivar todas as equipes que liderou.

Impossível não comparar o filme em alguns momentos com  “A Rede Social”, Steve Jobs e Mark Zuckerberg tem personalidades muito parecidas. Seria como comparar Beatles e Bob Dylan, (como o próprio filme faz). Seja no mundo tecnológico ou musical, todos eles são um marco no mercado em que atuam. (Alias, a trilha sonora merece destaque.).

Em detrimento da sua inteligência e experiência, Steve Jobs fez história e se tornou um mito da tecnologia.

No final, a lição que fica é: Você é o começo e o fim de seu próprio mundo. Tocar um coração é algo que não tem limites.

A interface do ser humano é como a interface tecnológica, temos que aprender a domá-la. São ideologias como dentro de um livro ou em um filme, em busca de validação.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

DAKOTA JOHNSON E CHARLIE HUNNAM SERÃO ANASTASIA STEELE E CHRISTIAN GREY NA ADAPTAÇÃO PARA O CINEMA DO LIVRO ‘CINQUENTA TONS DE CINZA”



Dakota Johnson e Charlie Hunnam foram confirmados hoje para os papéis de Anastasia Steele e Christian Grey, personagens principais da esperada adaptação para os cinemas - assinada pela Universal Pictures e pela Focus Features – do livro “Cinquenta Tons de Cinza”.  O filme, que será lançado no dia 1º. de agosto na América do Norte, será dirigido por Sam Taylor-Johnson e produzido por Michael De Luca e Dana Brunetti junto com E L James, autora do best-seller no qual o filme é baseado.  O roteiro é de Kelly Marcel.  O anúncio sobre a escolha do elenco de Cinquenta Tons de Cinza foi feito pela autora do livro. 

Dakota Johnson é mais conhecida pelo papel no premiado filme A Rede Social, no qual De Luca e Brunetti também atuaram como produtores.  A atriz estrelou outros filmes na sequência como o inédito Need for SpeedAnjos da Lei e Cinco Anos de Noivado, da Universal Pictures. Na TV, Dakota interpreta Kate no seriado Ben and Kate, uma comédia do canal Fox que foi ao ar durante a temporada 2012-2013. Atualmente, Dakota está participando das filmagens de Cymbeline. Já Charlie Hunnam atua em Sons of Anarchy, uma série aclamada pela crítica exibida no canal FX. Hunnam também atuou nos filmes Círculo de Fogo,Filhos da EsperançaCold Mountain e O Herói da Família.

“Cinquenta Tons de Cinza” tornou-se um fenômeno global e a trilogia já foi traduzida para 50 idiomas em todo o mundo desde o seu lançamento.  Até agora, a trilogia “Cinquenta Tons de Cinza” já vendeu mais de 70 milhões de cópias em todo o mundo, seja impresso ou e-book, tornando-se uma das séries de livros vendidas mais rapidamente de todos os tempos. Universal e Focus adquiriram os direitos dos três livros da trilogia “Cinquenta Tons de Cinza” em março de 2012.  A Focus Features vai comercializar e distribuir o primeiro filme em parceria com a Universal.

“Cinquenta Tons de Cinza” acompanha o relacionamento entre o bilionário de 27 anos Christian Grey e a estudante universitária Anastasia Steele.  Os romances seguintes da série, “Cinquenta Tons mais Escuros” e “Cinquenta Tons de Liberdade”, exploram a evolução do relacionamento do casal. Para mais informações, por favor, acesse a página oficial deCinquenta Tons de Cinza no Facebook: http://www.facebook.com/fiftyshadesofgreymovie.



Existem dois grandes problemas em “Os Estagiários”. O primeiro é seguir a velha fórmula: piadas prontas e um tanto óbvias. Segundo, o filme é uma grande propaganda do Google.

A história remete a dois quarentões que perdem seus empregos diante da falência da empresa em que trabalham. Totalmente desatualizados no mundo da tecnologia, ambos  tentam um vaga  como estagiários no Google, tentando se adaptar a um mundo extremamente tecnológico, que vai desde carros autônomos a óculos inteligentes. 

No começo do longa, parece que o sonho americano não existe mais, alias, seria ótimo, se o filme seguisse por esse lado, algo se salvaria nele!

É praticamente um institucional do Google estrelado por Owen Wilson (com os trejeitos de sempre) e Vince Vaugh (em um personagem um tanto sem tanta graça). Alias a química entre os atores mesmo sendo boa, não é o suficiente para alavancar o filme, “Os Estagiários” acaba sendo mais uma comédia insossa no circuito.

No meio dessa comédia insossa, é impossível não reparar que todos os personagens do filme, sem exceção, sofrem de algum tipo de insegurança.


Curiosidade: O ator Vince Vaugh também assina o roteiro e a produção do filme.

sábado, 31 de agosto de 2013

Luiz Fernando Guimarães é um ótimo ator e humorista, mas um filme inteiro em cima da figura dele, fica impossível render.

Filme arrastado, comédia fraquíssima, e um 3D que só serve pra chamar mais gente para o cinema por curiosidade, pois ele só é visto mesmo nas primeiras cenas!

filme impressiona pela péssima qualidade (de tudo!). Parece trabalho de conclusão de curso de aluno de cursinho de cinema.
O texto chega a ser ridículo. As piadas (se é que podemos chamar de piadas!) são completamente previsíveis, e as participações de todos os atores foram muito mal aproveitadas.

O roteiro, se é que há um, é mal desenvolvido. Desde os personagens coadjuvantes à direção, tudo é muito raso. Chega a ser impossível achar algo de bom no longa.

Dentre tantos capazes de divertir e emocionar, “Se puder ... dirija” não se enquadra nesses quesitos, é mais um filme que envergonha o cinema nacional, infelizmente.
O abuso da imagem da marca Renault chega a ser exaustivo.E a questão que fica é: será que tem dinheiro da Ancine nesse filme?

sexta-feira, 30 de agosto de 2013


Baseado na peça “Eutro”, de Rodrigo Fischer, “No lugar errado” desenvolve um reencontro de 4 amigos, capaz de desenterrar sentimentos do passado em um jogo de verdades e mentiras com consequências inesperadas (ou não!).

Tudo é impessoal aqui, desde a cenografia, a linguagem da câmera, a fotografia até o roteiro, (se é que existiu um).

É um filme de diálogos, feito com o trabalho de corpo dos atores, que provavelmente permitiu que o improviso fizesse parte dele.

O Silêncio e a Bebida faz parte dessa história obviamente, afinal  toda amizade já passou por essas fases.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Em “Círculo de Fogo”, Guilhermo Del Toro homenageia os filmes japoneses com criaturas gigantescas.

Mesmo com um roteiro fraco, “Círculo de Fogo” consegue ser extremamente divertido de se assistir. É claro que o filme conta com os famosos clichês (par romântico, relação pai e filho de sangue e a relação pai e filha de coração/criação), mas são os Efeitos Especiais, as lutas e a trilha sonora (quem assumiu a trilha sonora do filme foi o compositor Ramin com base nos seus trabalhos em  “Homem de Ferro” e “Game of Thrones”)  que se destacam.

Com o dom de criar mundos e criaturas fantásticas, Del Toro  descreve o filme como "uma bela homenagem aos monstros gigantes". E de fato é,  não faltou criatividade e Efeitos Especiais sensacionais!

A história começa quando várias criaturas monstruosas, conhecidas como Kaiju ( palavra japonesa que literalmente se traduz como "besta gigante" ou "bicho estranho"), começam a emergir do mar iniciando uma batalha contra os humanos.

Para combatê-los, a humanidade desenvolve uma série de robôs gigantescos, os Jaegers (“Jaeger" em alemão significa "caçador"), cada um controlado por duas pessoas através de uma conexão neural.

É praticamente um filme que mistura Jaspion, Jiraya, Changeman, Powers Rangers (seriados infantis da década de 80 e 90 que fizeram grande sucesso).

A história até fecha, mas podem esperar uma sequência com certeza, talvez uma trilogia quem sabe!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013



Risada garantida nessa sequência que reúne alguns dos atores mais engraçados da atualidade (nem todos).  Não há nada de novo, mas se a intenção é levar a familia para divertir, até vale a pena!

O elenco é afiadissimo, mesmo tendo um roteiro bem fraco e uma direção bem no automático. O primeiro filme continua sendo o melhor pela novidade. “Gente Grande 2” é um filme sem comprometimento algum. Alguns atores são ótimos (David Spade, Chris Rock Kevin James e a maravilhosa Salma Hayek), mas que rouba a cena é a criançada!

Adam Sandler consegue arrasar mais uma vez (no bom (para alguns) e no mal sentido!). E claro não poderia deixar de comentar a presença completamente dispensável de Taylor Lautner, que cada vez mais mostra que não entende nada da profissão de ator.

O filme promete te fazer rir e como na maioria das comédias "família", e te deixar constrangido em algumas cenas.

E claro, filmes desses generos sempre tem lições de vida. É uma comédia divertida, com sacadas muito boas, mas o ator Rob Schneider faz muita falta!