truque de mestre

X MEN

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

“Não se trata de confiar, mas sim de sobreviver”, esse foi o dilema do primeiro filme da franquia “Jogos Vorazes”, mas nessa sequência a situação mudou e muito.

Após sobreviver à última edição dos jogos e de quebra salvar o amigo Peeta, Katniss se torna um símbolo da revolução dos distritos contra a Capital. Sem querer problemas, o presidente Snow decide usar o falso romance entre Peeta e Katniss para distrair a população e, ao mesmo tempo, abalar a imagem da jovem. Sem conseguir controla-la, por tamanho atrevimento dela, Snow decide realizar uma nova edição dos jogos com vários antigos ganhadores.

Um clima político e de revolução iminente foi instaurado, assim emitindo mais força para as ações e reações dos personagens centrais. A situação mudou, e com uma certa teatralidade, o filme conquista pelo excessos de cores tanto nos figurinos, na maquiagem e na Capital, como na falta dela também nos ambientes cinzentos dos distritos. Alias, o diretor de fotografia Jo Willems fez um bom trabalho transbordando dicas do desenrolar da trama, já o diretor Francis Lawrence criou um o clima de tensão  mesmo fora da arena e deixa sempre um mistério no ar diante do que vai ocorrer.

Bem superior ao original, com algumas cenas grandiosas, o filme deixa a sensação de "quero mais", algo muito importante em capítulos do meio em grandes franquias. 

Diante de um lugar das cores e de fogos de artifício (a Capital), o filme que é voltado para o público jovem, tem o mérito de não tratá-lo como idiota.  Não é apenas uma mera aventura adolescente com um triângulo amoroso e situações de perigo, é uma critica social. Ao contrário da franquia “Crepúsculo”, o longa oferece uma crítica social bem interessante, promovendo uma boa reflexão sobre a sociedade em que vivemos hoje em dia.

Mesmo que você não tenha lido uma linha sequer do livro vale a pena conferir, quem sabe, talvez fique até com vontade de procurar a obra literária, afinal estamos diante de uma história complexa e criativa.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2013

A maior premiação do cinema nacional, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro aconteceu hoje, dia 13 de Novembro, na Cidade das Artes. Escolhidos pelos membros da Academia Brasileira de Cinema e também pelo público, os vencedores receberam o Troféu Grande Otelo.

A cerimônia de premiação teve mais uma vez a direção artística de Ivan Sugahara com cenografia de Nello Marrense e iluminação de Paulo César Medeiros.

Cerca de 1.200 convidados, entre eles atores, atrizes, produtores, cineastas, diretores, exibidores e distribuidores do mercado cinematográfico passaram pelo tapete vermelho do evento para a mais badalada premiação do setor. 
Mestres do riso que fazem parte da história de sucesso das comédias no cinema nacional desde Oscarito, Grande Otelo, Mazzaroppi, Dercy Gonçalves, Os Trapalhões até os grandes sucessos lançados nos últimos anos foram lembrados pela Academia. Por sinal, 2012, foi um ano especial para o gênero: os três filmes nacionais de maior bilheteria eram comédias e somaram mais de 8 milhões de espectadores.

Com um show a parte dos atores homenageando a comédia brasileira, com direito a Dercy Gonçalves, Oscarito e Grande Otelo no palco. Foi irreverência pura!

A premiação teve momentos emocionantes desde as homenagens póstumas, o discurso de agradecimento da mulher do ator Claudio Cavalcante (falecido a pouco mais de 1 mês) e a grande homenageada da noite: Ruth de Souza, pioneira no cinema, teatro e televisão.

 Vamos aos premiados:

O filme “2 coelhos” levou os prêmios de Melhor montagem de Ficção, Trilha Sonora Original e Melhor Efeito Visual.
“Raul – O inicio, o fim e meio” ganhou nas categorias: Melhor montagem documentário, Melhor longa documentário por voto popular, Melhor longa-metragem documentário. Walter Carvalho em um dos discursos de agradecimento disse: “O cinema é a música da luz”.

“Gonzaga – de pai para filho” levou os prêmios de melhor diretor, melhor filme, melhor Ator (Julio Andrade) e na categoria melhor Som.

O filme “Heleno”, estrelado pelo ator Rodrigo Santoro levou nas categorias Direção de Fotografia, Figurino, Maquiagem e Direção de Arte. Alias, foram 3 filmes premiados na categoria Direção de Arte, “Xingu” e “Coração Sujos”.
A atriz Dira Paes foi premiada na categoria Melhor Atriz por seu trabalho em “À beira do caminho”.
O filme “Intocáveis”, que emocionou mundo a fora, foi premiado na categoria voto popular longa metragem estrangeiro e Melhor longa metragem estrangeiro.

O filme “Febre do Rato” de Claudio Assis foi premiado nas categorias: Roteiro Original, Melhor longa metragem ficção no voto popular, Melhor Atriz Coadjuvante para Ângela Leal, alias mãe e filha dividiram o premio em filmes diferentes, Leandra Leal levou por sua atuação em “Boca”.

Na categoria roteiro adaptado o prêmio do para “Corações Sujos”. O ator Claudio Cavalcante ganhou na cetegoria Melhor Ator Coadjuvante.

O Curta metragem Animação foi para “Cabeça de Papelão” e o melhor longa de animação foi “Brichos 2 – A floresta é nossa”. Na categoria melhor curta documentário foi para “Elogio de Graça”, o melhor curta de ficção foi para “Laura”. O melhor longa infantil foi para “Peixonauta – Agente secreto da O.S.T.R.A”.

Na categoria melhor trilha sonora foi para A música segundo Tom Jobim.

sábado, 9 de novembro de 2013

“Olha para mim, olha para mim, eu sou o capitão, agora” é assim que o filme começa a marcar a trajetória de Capitão Phillips, interpretado por Tom Hanks, em um personagem durão e seguro de si, capaz de tudo para defender sua tripulação.

Fazia tempo que uma história baseada em fatos reais não demonstrava uma abordagem tão particular e simplista, o filme não só agrega um leve discurso político, mas também usa do seu estilo câmera na mão para demonstrar objetividade na hora de despir valores. O patriotismo americano, da mesma forma que fez com o filme “Guerra ao Terror”, não deixará escapar o Oscar do “Captain Phillips”.

Audacioso, tenso, emocionante, “Captain Phillips” , sem dúvida alguma será indicado ao Oscar em algumas categorias entre elas a direção de Paul Greengrass, tensa e firme, o diretor acertou em cheio! Um trabalho brilhante!

Com um roteiro simples, diálogos fortes e boas atuações, (destaque para o sequestrador Barkhad Abdi), o filme é intenso, angustiante e principalmente traumatizante, na maior parte do tempo.  

Cinema de primeira! Não deixem de ver!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013


O curta “Os Irmãos Mai”, dirigido e roteirizado pela professora de roteiro da Academia Internacional de Cinema (AIC), Thais Fujinaga, saiu vitorioso da 6ª Mostra Marília de Cinema, no dia 20 de Outubro.

O filme que faturou dois prêmios, Melhor Direção e Melhor Fotografia, já passou pelo Festival de Gramado e pelo Festival Internacional de Curtas de São Paulo.

“Os Irmãos Mai” conta a história de dois irmãos de origem chinesa que saem pelo centro da cidade em busca de um presente para a avó. Quanto mais procuram cumprir este objetivo, mais distantes eles ficam do plano originalmente traçado. 

“O que me interessa mostrar é a relação desses adolescentes com a cidade, por um lado, e, por outro, o modo como essa cidade, seus movimentos próprios, sua agressividade, influenciam na relação fraterna”, conta Thais. 

O filme também conta com a participação de outro professor da AIC, Dicezar Leandro, que assina a Direção de Arte do filme.

Ao todo, a Mostra recebeu a inscrição de 275 curtas de 16 estados diferentes e destes, 12 trabalhos foram selecionados para as competitivas. Todos os premiados receberam o Troféu Seu Dito, uma homenagem ao cineclubista Benedito André, que por muitos anos administrou o Clube de Cinema de Marília. Entre longas e curtas, a Mostra exibiu 28 filmes, ao longo de 4 dias e atingiu um público de mais de 1,5 mil espectadores.

domingo, 3 de novembro de 2013


O mais novo filme do diretor Ridley Scott, “O Conselheiro do Crime” em cartaz nos cinemas, com um grande elenco não atendeu às expectativas. Com um elenco tão gabaritado em desempenhos tão medianos, o filme  não decola por conta de um roteiro irregular e diálogos longos demais.

Penélope Cruz, mesmo atuando em inglês, faz um bom trabalho junto com Bardem e Brad Pitt. Já Fassbender alterna bons momentos com outros não tão inspirados e Cameron Diaz, infelizmente, não agrada (mais uma vez) com um personagem cheio de trejeitos exagerados, alias, a atriz só entrou no longa depois que Angelina Jolie abandonou o projeto. Não há dúvidas, que Jolie faria um trabalho formidável.

Seguindo a onda de atores cotados para o filme, Bradley Cooper e Jeremy Renner foram considerados para o personagem chamado Reiner. Já a atriz Natalie Portman foi considerada para viver Laura.

Voltando ao aspecto técnico, o filme é cheio de diálogos longos (alguns fora do contexto, inclusive) as tentativas de apresentar os personagens são falhas, mesmo com personalidades bem marcantes e a ausência de momentos de tensão cortam o ritmo do filme, se arrastando.

Sem um clímax marcante, “O Conselheiro do Crime” tem como ponto alto a violência a La Tarantino.

Em meio a essas questões é importante dizer que o filme não é focado no advogado (e não conselheiro como diz o título) é um grande erro. Seu personagem apenas liga as histórias paralelas que o roteiro montou, junto com as consequências brutais do seu envolvimento no crime organizado.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Você seria capaz de matar uma pessoa se soubesse que não teria que pagar por esse crime perante a lei? E se fosse para proteger sua família? Essas são as principais questões do filme “Uma Noite de Crime” do diretor James DeMonaco. Em uma América assolada pela violência, pelo crime e com penitenciárias lotadas, o governo decreta uma lei: durante 12 horas qualquer pessoa pode cometer qualquer crime sem que seja punida por ele, todos os serviços de ajuda como polícia, bombeiros e hospitais ficam suspensos. Isso faz com que o índice de criminalidade diminua e a sociedade viva em paz já que isso permite que que os cidadãos libertem seus impulsos violentos. Pela lei você pode participar ou simplesmente apoiar sem nenhum tipo de interferência para isso basta colocar um vaso com flores azuis do lado de fora da casa. É dessa forma que a Família Sandin resolve passar por essa noite.

James Sandin, porém tem uma pouco mais de influência nessa noite. Ele trabalha em uma empresa que vende um poderoso sistema de segurança que protege as residências durante essa noite. Mas tudo muda quando o filho mais novo de James resolve abrigar uma das vítimas e seus perseguidores passam a ameaçar a todos dentro daquela casa. Aliás, a casa e a escuridão são dois dos principais personagens do filme como acontece na maioria dos filmes de suspense. Mas a grande diferença desse é que ele te faz pensar que tudo pode se tornar realidade, principalmente, porque tudo se passa em 2022, onde não existem carros voadores, viagens para outros planetas e a Terra não foi assolada por nenhuma guerra, vírus ou invasão alienígena. Não existe uma grande evolução na sociedade, na tecnologia ou nas pessoas.

Tenso, atual e questionável, o filme com certeza nos leva a avaliar algumas coisas na sociedade atual. Traz questões de todos os tipos, uma delas pode ser: e quanto a você, se pudesse quem seria o primeiro que mataria nesta noite?

Para ver “Uma Noite de Crime” é necessário ter sangue frio.

Crítica escrita por: Elaine Albuquerque  Muharre.
A convergência entre mundos através do alinhamento do universo permite uma conexão sobrenatural e perigosa nessa sequência de Thor. Um antigo inimigo está de volta, com sede de vingança. Uma ameaça capaz de destruir todo o mundo. Agora, cabe a Thor se sacrificar, proteger e restaurar o equilíbrio em um jornada de rendição, confiança e muitas surpresas.

Em meio a essa luta, Chris Hemsworth e Natalie Portman voltam a interpretar os personagens da Marvel com uma ótima química em cena. Kate Dennings, mais conhecida pelas comédias que faz, é quem traz uma certeza leveza ao filme com suas tiradas,  mas é Tom Hiddleston que rouba a cena, mais uma vez!

“Thor: O Mundo Sombrio” nos leva ao mundo de Asgard novamente, com uma fotografia bem diferente do anterior. O filme é puro efeito visual, muitas sequências filmadas em chroma key (fundo verde), evidentemente,  e um 3D completamente desnecessário.

Ambientado após o evento de “Os Vingadores”, o filme não chega a ser fantástico, mas diverte.

Não esqueçam que é um filme da Marvel, portanto não saiam da sala, logo!