truque de mestre

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quinta-feira, 20 de março de 2014

GETÚLIO', COM TONY RAMOS, GANHA TRAILER OFICIAL


Getúlio, de João Jardim ("Janela da Alma"e "Lixo Extraordinário"), acaba de ganhar o primeiro trailer oficial. O thriller político retrata os momentos finais da crise que levou à morte do então presidente Getúlio Vargas, nos 19 dias que antecedem o 24 de agosto de 1954. Do primeiro tiro, o atentado contra Carlos Lacerda na Rua Tonelero, na madrugada de 5 de agosto; ao segundo, o tiro no peito que matou o presidente na manhã do dia 24. O longa, produzido por Carla Camurati, da Copacabana Filmes, chega aos cinemas de todo o Brasil no dia 1º de maio.

O trailer pode ser conferido no link: http://youtu.be/FUajWwLQcaQ

Interpretado por Tony Ramos (que completa 50 anos de carreira), Getúlio chega aos cinemas no ano em que se completa 60 anos da morte do presidente. No elenco, nomes como Alexandre Borges, no papel de Carlos Lacerda, e Drica Moraes, como Alzira Vargas, filha de Getúlio. Alzira acompanha de perto a tragédia que está por vir. É na relação entre pai e filha que se veem os dilemas de Getúlio, acossado por denúncias de corrupção e pela descoberta de que o atentado contra Lacerda foi planejado dentro da sede do Governo. O elenco conta ainda com Michel Berchovitch, Jackson Antunes, Marcelo Médici, Thiago Justino, entre outros.

O roteiro, assinado por George Moura (de "Linha de Passe"), imprime um ritmo ágil e contemporâneo, traduzindo a urgência do momento histórico. Na direção de fotografia, Walter Carvalho se aproxima do estilo de documentário. Em Getúlio, a câmera traduz a tensão crescente e à medida que o cerco vai se fechando, com as exigências de renúncia vindo de todas as partes, nos perguntamos: Quem matou Getúlio?

Produzido pela Copacabana Filmes, Fogo Azul Filmes, Getúlio é apresentado pela Petrobras, Eletrobras, BNDES, RioFilme, MGM Latin America, GloboFilmes, Telecine.

SINOPSE:
Agosto de 1954. O jornalista de oposição e dono de jornal Carlos Lacerda, sofre um atentado a bala na porta da sua casa em Copacabana. O pistoleiro erra o tiro e mata o Major da Aeronáutica Rubens Vaz que fazia a segurança de Lacerda. O presidente da República, Getúlio Vargas, é acusado de mandar matar o maior inimigo político do seu governo. Getúlio ¬passa a ser pressionado por lideranças militares e pela oposição para renunciar ao mandato. As investigações mostram que a ordem para o atentado saiu de dentro do Palácio do Catete. O tenente Gregório Fortunado, chefe da guarda pessoal do presidente e seu homem de confiança há anos, é acusado. Ao lado da filha, Alzira Vargas, seu braço direito na presidência, e colaboradores fiéis como Tancredo Neves e o general Zenóbio da Costa, Getúlio tenta se manter no poder e provar sua inocência. Diante das ameaças que pedem a deposição imediata do presidente, Getúlio comete um ato extremo.

O GRANDE HERÓI POR ALÊ SHCOLNIK

Baseado em fatos reais que originou o livro “Lone Survivor” de Marcus Luttrell e Patrick Robinson, conta um pouco da operação Red Wings, quando quatro soldados do SEAL (unidade de operações especiais da Marinha dos EUA) vão fazer o reconhecimento de área em terras inimigas, ainda no inicio da missão.

A pretensão do filme é registrar as agruras suportadas pelo corpo e pela mente de soldados durante a batalha. Bandeiras de patriotismo não são levantadas. O sangue derramado e a tensão psicológica leva o espectador ao inferno suportado pelos personagens retratados.

Intenso, é um bom filme de ação! Com ótimas cenas de combate juntamente com os planos de câmera e a belíssima fotografia fazem de “Lone Survivor” um bom filme de guerra.

O diretor Peter Berg (Batleship e Hancock)  injeta a complexidade ética nas engrenagens da ação. A sensibilidade do ser humano, contraposta à mentalidade do poder, demonstra o quão difícil é morar em uma área onde Talibãs querer tomar conta completamente. O custo da missão cumprida a qualquer custo, de ambos os lados (seja ele qual for) vale a pena?

Quantas pessoas precisam morrer em vão, em busca de um poder que nunca será suficiente em ambas as nações?

NAMORO OU LIBERDADE POR ALÊ SHCOLNIK


"Namoro ou Liberdade" é bem parecido com a extinta série “Sex and the city”, os protagonistas em vez de mulheres com seus velhos dilemas, são homens e agem como tal até o roteirista escrever um final bem clichê como todas as comédias românticas existentes na face da Terra.

Dirigido por Tom Gormican, o filme traz personagens sem conhecimento algum sobre relacionamentos sérios e que se julgam bem distantes do compromisso afetivo.

Impossível não citar os filmes "Amizade colorida" e "Sexo sem compromisso" , a sensação é de Déjà Vu ao ver "Namoro ou Liberdade". Ainda assim, é o típico filme que a mulherada vai curtir.

Bom filme!

quarta-feira, 19 de março de 2014


Em um mundo tão violento que vivemos hoje ate a paixão comete sequestros.

Baseado livro “Labor Day”de Joyce Mainard, o filme ambientado na década de 80, conta a história de Adele, uma mãe divorciada e depressiva e seu filho Henry de 13 anos.

Com a direção fraca de Jason Reitman (que também atua na produção e no roteiro), alias, muito mal desenvolvido, o filme cai em um marasmo sem fim.

Jason Reitman deu um passo para trás em sua filmografia (Jovens Adultos, Sem Escalas e JUNO), trabalhando em filme para Cinderelas românticas. O filme não convence.

O personagem de Josh Brolin não tem presença alguma, ele não se destaca em nenhum momento, já Kate Winslet, como sempre atua lindamente, mas não salva o filme.

Dica cinéfila: Programado para os mais sensíveis chorarem no escurinho do cinema.

segunda-feira, 17 de março de 2014

RIO 2 POR ALÊ SHCOLNIK

As Araras Jade e Blue estão de volta! Agora, com três filhos e uma aventura nova. A família deixa sua vida domesticada na cidade maravilhosa e saem em uma jornada pela Amazônia.

O blog "Críticas de uma Cinéfila" esteve na coletiva de lançamento do filme onde estiveram presentes o diretor Carlos Saldanha, o ator Rodrigo Santoro e os músicos Carlinhos Brown e Sergio Mendes.

A musica faz parte da história. O filme é uma experiência musical muito maior do que o samba e o carnaval.

Com um roteiro simples, “Rio 2” é uma comédia familiar mais musical e mais teatral também. Claro que tem um toque de romance e vingança também, mas nada que impeça a família de ver. Durante a projeção é perceptível as referências de outros filmes com um toque shakespeariano, tornando o filme mais divertido.

“Rio 2” é um filme engraçado, colorido, com um ritmo mais dinâmico do que o primeiro e melhor, inclusive. Alias, o visual do filme é muito bem valorizado contou o diretor, enfatizando que a essência dele é o que caracteriza o Brasil por inteiro. “Tudo que é natureza é complicado em computação gráfica. A complexidade é muito maior”, explicou Carlos Saldanha, diretor do filme.

“Rio 2” começou a ser produzido 2 meses depois da estreia do primeiro. “Fazer a sequência de uma animação tem suas vantagens, porém o processo é mais difícil”  explicou o diretor, que emendou:  “uma animação demora em média de 3 à 4 anos para ficar pronta”, logo após, o diretor brincou com o ator Rodrigo Santoro comentando que ele deve ter participado de outras produções, “Deve ter sido uns 7 ou 8 filmes”.


Alias, Santoro topou voltar a dublar Túlio de imediato e fez questão de comentar: “Foi uma experiência extremamente prazerosa”. O ator contou também  que seu trabalho em “Rio 2” foi um exercício criativo com muita liberdade.

Carlos Saldanha admite que o longa tem um enfoque maior no processo da extinção, mas não é um documentário, nem um filme para promover a Arara Azul, é a cima de tudo é um filme para despertar a curiosidade de quem o vê.

Originalmente feito em inglês, “Rio 2” foi posteriormente dublado em português e provavelmente assim será nos países em que for veiculado, por conta das diferentes línguas.

Já no caso musical o processo é inverso. Carlos Saldanha disse que as músicas foram criadas em português e depois traduzidas  para o inglês, mas  não ao pé da letra, afinal isso não funciona no universo musical, complementou  o produtor musical do filme, Sergio Mendes, que continuou:  “É o inglês com sonoridade brasileira” e “A criação tanto da melodia quanto da letra é um processo de colaboração criativa”.

As danças do filme foram inspiradas no Carimbo, Ciranda e Maracatu. Saldanha, disse que todas as inspirações foram 100% brasileiras.

“Rio 2” entra em cartaz dia 27 de Março no cinemas!

sexta-feira, 14 de março de 2014

NEED FOR SPEED POR ALÊ SHCOLNIK


Longa baseado em uma das franquias mais bem sucedidas de videogame de todos os tempos conta a história de um piloto de corridas ilegais, que é injustamente condenado pela morte de seu melhor amigo. Libertado da prisão, ele procura vingança por quem o incriminou.

São 130 minutos de filme que te lembram várias vezes, durante a exibição, a franquia “Velozes e Furiosos”, é  lógico que seria impossível não comparar “Need for Speed” com a franquia, entretanto, é mais difícil ainda conseguir fazer isso diante do abismo entre os dois.

Não há como negar que as perseguições, corridas e manobras são empolgantes, pode até valer o ingresso de quem vai ao cinema apenas em busca disso, mas ainda assim, não é melhor que  “Velozes”, o roteiro é bem fraco e as atuações são bem ruins.

Boa diversão!

Dica cinéfila: Não esqueça de comprar a pipoca!

segunda-feira, 10 de março de 2014

NINFOMANÍACA POR ALÊ SHCOLNIK

Lars Von Trier está de volta com o volume 2 da sua obra mais perturbadora de todos os tempos. A ordem e desordem estão de volta, na mesma dimensão.

Mais uma vez, o filme é definido pelos diálogos entre os dois personagens principais. O sarcasmo faz parte dele, levando o público a gargalhadas nervosas em determinados momentos.

O segundo corte de “Ninfomaníaca” continua  de onde parou e seguindo a linha  do primeiro: arrogante, debochado e instigante. O que impressiona mais é a entrega absoluta da atriz que incorpora Joe: Charlotte Gainsbourg (sem dúvida alguma, a alma do filme)!

O roteiro consegue ser mais envolvente que o primeiro. Fascinante e repulsivo, ao mesmo tempo, Lars explora a sexualidade, o ato sexual e a doença genialmente!

O paradoxo sexual do filme parte da posição de que os personagens são colocados. No meio desta conversa, uma revelação sobre Seligman acontece, o que o encaixa perfeitamente  neste lugar.

Durante toda o diálogo, a posição de Seligman é colocada como se fosse um terapeuta. Ele analisa e filosofa sobre os fatos contados por Joe, enquanto ela descreve sua vida e pontua claramente que a sociedade é negligente com os estereótipos sexuais. As ideias são preconcebidas, a aceitação de gêneros sexuais é praticamente inaceitável.

A saciedade sexual e social é inconcebível. A busca pelo gozo sexual e pela satisfação social (ou ao contrário, como você preferir) é interminável, se tornando uma auto-mutilação, tanto para o ser-humano como para a sociedade.

Dica cinéfila: Permita-se a essa  experiência avassaladora nos cinemas!