truque de mestre

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terça-feira, 13 de maio de 2014

RIOCORRENTE, DE PAULO SACRAMENTO, ESTREIA NO DIA 5 DE JUNHO


Filme é o primeiro longa de ficção do diretor.

Conhecido pelo premiado documentário O Prisioneiro da Grade de Ferro, Paulo Sacramento traz atores do mundo do teatro, desconhecidos pelo grande público, para o elenco de RIOCORRENTE, seu segundo filme de longa-metragem. Com Lee Taylor, Simone Iliescu, Roberto Audio e o menino Vinícius dos Anjos, o longa estreia nos cinemas brasileiros no dia 5 de junho.
RIOCORRENTE ganhou o prêmio de Melhor Filme Brasileiro na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e Melhor Montagem e Melhor Fotografia no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, ambos no ano passado.

Sinopse

São Paulo é um barril de pólvora prestes a explodir. Em meio ao turbilhão da cidade, um jornalista, um ex-ladrão de automóveis e uma mulher misteriosa vivem um volátil e intenso triângulo amoroso. Do choque entre desejos tão distintos e do atrito entre as faces opostas da cidade, emerge a urgência de mudanças radicais.



Riocorrente
Direção
 - Paulo Sacramento
Elenco - Lee Taylor, Simone Iliescu, Roberto Audio, Vinícius dos Anjos
Gênero - Ficção
País – Brasil
Ano - 2013
Duração – 79 min
Distribuição – California Filmes
Estreia – 05/06/2014
Confira as fotos e o trailer do filme:




segunda-feira, 12 de maio de 2014

PRAIA DO FUTURO POR ALÊ SHCOLNIK


Durante um salvamento  de dois homens na Praia do Futuro, Donato salva o alemão Konrad, mas perde seu amigo.  Após esse fato, ambos se envolvem emocionalmente e sexualmente, desenvolvendo uma relação de amor e amizade.

Donato, é um homem que se considera preso pelo mar, mas é levado para o mundo ao ser conquistado pelo amor.

Indicado a principal mostra do Festival de Berlim, “Praia do Futuro” é um filme de temática gay, com um roteiro fraco.

O filme que lembra um pouco a obra “Ninfomaníaca” de Lars Von trier por ser dividido em capítulos, tem sua narrativa lenta e confusa. O silêncio predomina boa parte do filme que é monótono, devagar, além de desconexo e mal explicado.

Entre a belíssima fotografia e as atuações de Wagner Moura, Clemens SchickJesuíta Barbosa, mesmo com seus personagens mal desenvolvidos, o  filme é um marasmo sem fim.

"Praia do Futuro" é o mais pretensioso e ambicioso da carreira de Karim.

O PASSADO POR FILIPPO PITANGA



"Agendas irreconciliáveis". Esta expressão pode parecer estranha, mas é listada como causa de muitos dos divórcios de astros de Hollywood. Ou seja, será que dá para perder um ao outro no tempo? Mas e as emoções irreconciliáveis, como ficam? O passado do casal, ou, como chamamos aqui: a bagagem? Pois “O Passado” (“Le Passé”, 2013), a nova obra do diretor Asghar Farhadi (que teve eleito seu anterior, “A Separação”, melhor filme de 2012 pela ACCRJ, além do Oscar de estrangeiro), consegue solidificar o cineasta iraniano como um habilidoso artesão de pontos de vista diferentes, desvelados aos poucos, para chegar a uma verdade maior (que nunca é finita, continuando seus questionamentos após a projeção).

A tal bagagem de todos os relacionamentos vem assombrar a personagem de Berenice Bejo (premiada em Cannes pelo papel, e mais lembrada por "O Artista" e "Skyfall") – mas será que ela não pediu por isso? Quase um masoquismo auto-inflingido como forma de superação forçada? Bem, noiva de um novo namorado, ela convoca seu ex para assinar o divórcio, mas as tensões entre as filhas de relacionamentos anteriores (tem mais ex na história que não aparecem!) e o do atual eclodem numa catarse trágica de revisão do passado. Há um trauma a ser superado a partir de ângulos múltiplos que guardam às vezes verdades diversas (cabe ao espectador escolher: como se uma personagem-chave teria ou não teria lido certos e-mails na história, desencadeando o drama!). E onde o cineasta amplia os conflitos com técnicas visuais bem aplicadas, como contraposição de personagens no 1º ou 2º plano, ou mesmo contrastes de iluminação e cenário para representar os ânimos de lados opostos no ringue (note-se sempre uma personagem na penumbra enquanto outra à meia luz) – prato cheio para cinéfilos interpretarem!

Restam as diferenças que, apesar de não serem tão pungentes, politicamente falando como em “A Separação”, estão no caminho de refinar o cineasta como não um mero panfletário, pois as referências sócio-político-jurídico-religiosas ainda estão lá, porém bem mais sutis e satélites à trama principal (e igualmente importantes, como coadjuvantes imigrantes, ilegais ou não na França). No fundo, um drama de bagagem cheia, com excelência de interpretação especialmente do trio principal e da filha mais velha!

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Fox Film do Brasil divulga novo trailer de “Planeta dos Macacos: O Confronto” de Matt Reeves.



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No novo filme, o diretor Matt Reeves traz a esperada sequência de “Planeta dos Macacos - A Origem” à vida com os escritores Rick Jaffa, Amanda Silver, Scott Z. Burns e Mark Bomback. Planeta dos Macacos - O Confronto é estrelado por Andy Serkis, Gary Oldman, Jason Clarke, Kodi Smit-McPhee, Keri Russell e Judy Greer que seguem a crescente comunidade de primatas geneticamente evoluídos, liderados por Cesar, quando os primatas entram em contato com humanos sobreviventes pela primeira vez, em uma década, desde que a gripe símia dizimou a raça humana. O contato entre eles leva a um conflito e uma série de eventos que ameaça levar as duas raças à guerra que determinará qual espécie irá dominar a Terra.

Confira o trailer:


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Como fã de Quentin Tarantino jamais poderei dizer ou escrever que não aprecio filmes violentos. Seria uma contradição de minha parte. O cinema, quando usado como expressão da realidade, pode e deve contar histórias violentas. Afinal, topamos com estas o tempo todo. Nas ruas do nosso bairro ou nas páginas policiais dos jornais. Entretanto, há uma concessão que não gosto de fazer: a violência precisa servir a um propósito no filme. Mostrá-la simplesmente por mostrar, é exibição gratuita e de mau gosto.

Aplaudido no mundo todo, "Heli", dirigido pelo catalão Amat Escalante e em cartaz nos cinemas brasileiros a partir desta quinta-feira, dia 8 de maio, é bem feito. Os prêmios que recebeu até hoje falam por si só: melhor película no Festival de Havana, melhor diretor em Cannes, isto sem falar das 14 indicações ao Ariel, considerado o Oscar mexicano. Contudo, apesar das qualidades técnicas, com destaque para a sua árida fotografia, infelizmente, ele se enquadra no caso que expressei acima.

O jovem Heli (Armando Espitia) vive com a esposa e um filho recém nascido, no interior do México. Visivelmente castigada pela seca, a miserável região parece bastante com diversos lugares do sertão nordestino. Igualmente pobre é o casebre que eles dividem com o pai e a irmã caçula de Heli. Enquanto os homens trabalham em uma fábrica de carros, as mulheres possuem outras ocupações: Sabrina (Linda Alvarez) cuida da casa e do filho. Já a menina, Estela (Andrea Vergara), estuda e namora Beto (Eduardo Palácios), um militar de poucos músculos e nenhum cérebro.

Até aí, a trama aparentemente faz sentido. Chama atenção por sua dureza, mas parece ter um propósito. No início do filme, em uma cena que logo descobriremos estar fora de sequência, quando um corpo é pendurado no alto de uma ponte, simulando um suicídio, os estômagos mais fracos podem querer ir embora. Entretanto, a curiosidade já foi despertada e mesmo o espectador menos curioso desejará conhecer os fatos que levaram a história até àquele momento. Na verdade, os problemas começam depois.

Jogada a isca, o roteiro assinado pelo próprio cineasta se estende demais. Subtramas e personagens são lançados de pára-quedas no âmago da história. Imagina-se que, lá pelas tantas, tudo aquilo fará sentindo. Não faz. Quando menos se espera, o filme termina de forma abrupta, deixando no ar a sensação de que ficou faltando alguma coisa. E se não bastasse isto, ao longo deste trajeto inconclusivo, a violência é praticada em seu nível mais degradante. São chocantes as cenas em que um homem tem sua genitália queimada e um cachorro leva um tiro na cabeça.

Se o filme termina sem sentido, se trama e subtramas não são bem amarradas, qual é o propósito desta violência desenfreada? A meu ver, nenhum. Em uma entrevista concedida na época do Festival de Cannes, em 2013, Escalante disse que seu objetivo não era impressionar, mas fazer com que os mexicanos encarassem sua triste realidade. Disse tudo. Por mais que existam semelhanças, "Heli" não se passa no sertão nordestino, consequentemente, é um filme localizado e restrito a um público específico.

Desliguem os celulares.

BEM NA FITA: A fotografia e o desempenho de seus atores principais.

QUEIMOU O FILME: A história que vai do nada a lugar nenhum. Violência sem propósito na trama, usada unicamente com o objetivo de chocar.

Por: Bruno Giacobbo

Crítica publicada no Blah Cultural


quarta-feira, 7 de maio de 2014

MULHERES AO ATAQUE POR ALÊ SHCOLNIK

Carly é uma mulher bonita e bem sucedida que namora um homem sem escrúpulos. Ao descobrir que o namorado é casado com uma dona de casa do subúrbio, ambas resolvem se vingar dele.

Com direito a muitas gargalhadas e diversão, “Mulheres ao ataque” é o típico filme mulherzinha. Mesmo com os eternos clichês, não chega à ser uma sessão da tarde por conta do linguajar.

A atriz  Leslie Mann é quem domina o filme, nem Cameron Diaz com todo seu carisma e beleza chegam perto de tanto talento. Leslie tem a comédia na veia! Capaz de arrancar do público praticamente todas as risadas da trama. É Mr. Diaz parece que dessa vez você perdeu feio!

Ah, não posso esquecer de falar do figurino, muito bem feito por sinal, alias, é um ótimo exemplo de como é importante nos filmes. Mesmo sendo um obra contemporânea, vemos claramente como as roupas definem seus personagens. Prestem atenção nisso.

Enfim, mesmo com todos os clichês, a mulherada irá se identificar, seja com o figurino ou com algumas cenas. Diversão garantida!

terça-feira, 6 de maio de 2014

SETENTA’ SERÁ EXIBIDO NA MOSTRA DE CINEMA MARCAS DA MEMÓRIA, EM NOVA YORK


Evento acontece de 5 a 8 de maio e terá documentário de Emília Silveira na programação
Longa escrito por Sandra Moreyra estreia dia 29 de maio


Setenta (2013), de Emília Silveira, foi convidado para a Mostra de Cinema Marcas da Memória, que acontece de 5 a 8 de maio, em Nova York, nos Estados Unidos. A sessão do documentário escrito por Sandra Moreyra será na quarta-feira, 7 de maio, às 14h. Após a exibição, a diretora, que estreia seu primeiro filme no festival, participa de debate ao lado do produtor Jom Tob Azulay e o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão.
  
O filme conta a história do sequestro ao embaixador suíço Giovanni Enrico Bucher no Brasil, em 1970. Os sequestradores queriam, em troca, a liberdade de 70 presos políticos. Conseguiram. O filme reencontra 18 personagens desta história, mais de 40 anos depois. Setenta é produzido por  Cavi Borges, Emília Silveira, Sandra Moreyra e Jom Tob Azulay e é uma coprodução GLOBO FILMES, CAVIDEO, CANAL BRASIL e 70 FILMES. O lançamento pela LIVRES Filmes está previsto para 29 de maio de 2014.

O documentário participou da mostra Fronteiras do Festival do Rio e da 37ª Mostra Internacional de Cinema, em São Paulo, em 2013. No mesmo ano, integrou o Festival de Aruanda em João Pessoa, em que ganhou dois prêmios, o Prêmio do Júri Popular de Melhor Longa Metragem e Prêmio Especial do Júri. Esse ano, participou do 4º FEMCINE – Festival Cine de Mujeres, no Chile, e do 16º Festival de Cinema Brasileiro de Paris, em abril. Em novembro, participará do Festival de Cinema de Paris e do Festival de Documentários em Londres.

Na mostra, que é realizada pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça e pelo Consulado Geral do Brasil em Nova York, serão exibidos filmes produzidos pelo Projeto Marcas da Memória alusivos à memória dos 50 anos do Golpe Militar de 1964. Todos os longas serão seguidos de debates com diretores e produtores.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:
Mostra de Cinema Marcas da Memória

Dia 05/05
14h – Exibição do Filme “Eu me Lembro”
Após, debate com o diretor Luiz Lobo e diretor Daniel Souza
16h - Exibição do Filme “Repare Bem” (vencedor do Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro do Festival de Gramado de 2013)
Após, debate com a diretora Maria de Medeiros (a confirmar) e Denize Crispim, ex-presa política

Dia 06/05
14h  - Exibição do Filme “Militares pela Democracia”
16h  - Exibição do Filme “Os Advogados contra a Ditadura”
Após, debate com o diretor e cineasta Silvio Tendler

Dia 07/05
14h - Exibição do Filme “Setenta”
Após, debate com a diretora: Emília Silveira, o produtor Jom Tob Azulay e o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão
16h – Ato de Homenagem ao cineasta  norteamericano Haskell Wexler, diretor de “Brazil: a report on torture”
17h30 – 19h30 - Lançamento da Exposição “Sala Escura da Tortura” do Projeto “Marcas da Memória” da Comissão de Anistia do MJ integrante da “Bearing Witness Art and Resistence in Cold War Latin American”, na Galeria do John Jay College Of Criminal Justice com o artista Gontran Guanaes Netto e Lucia Alencar da Fundação Frei Tito Alencar

Dia 08/05 – Seminário “Arte e Resistencia”, promovido pelo Instituto Hemisférico de Performance e Política da New York University, pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça do Brasil, e pelo Consulado Geral do Brasil em Nova York.
9h30 - Mesa de debates sobre “Cultura, e Memória”
- Paulo Abrão é Secretário Nacional de Justiça e Presidente da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça;
- James Green é professor da Brown University
- Marcos Steuernagel é doutorando em Estudos da Performance pela New York University e pesquisador do Instituto Hemisférico de Performance e Política.
Almoço
14h – Mesa de Debates “Arte e Resistência nas Ditaduras”
- Rebecca Atencio, professora da Tulane University
- Estrelitta Brodsky
- Silvio Tendler

SINOPSE
No dia 7 de dezembro de 1970 grupos de combate à ditadura capturam o embaixador suíço no Brasil. Começava o mais longo sequestro político da história do país. Giovanni Enrico Bucher ficou quarenta dias no cativeiro. Os sequestradores queriam a liberdade de setenta presos políticos. Conseguiram. Os setenta saíram da prisão e foram expulsos do Brasil por decreto presidencial. No dia 14 de janeiro de 1971, foram embarcados num avião para o Chile. Dois dias depois, o embaixador foi libertado. O filme SETENTA reencontra 18 personagens desta história, mais de quarenta anos depois. Quem são eles? O que pensam? Como conduzem as suas vidas? O que mudou? O que ficou dos ideais e dos sonhos da juventude? Quem eram eles aos vinte anos? O que pensavam? O que esperavam do futuro? Eles são os protagonistas de uma história não oficial. Ao filme SETENTA interessaram fatos e versões, lembranças e imagens que ajudaram a trazer até os nossos dias acontecimentos e sensações. Hoje, aqueles “guerrilheiros urbanos” são professores, políticos, executivos, donas de casa que, muito jovens, foram presos, torturados, exilados. O documentário SETENTA mistura a emoção de revisitar o passado com uma visão, às vezes, até bem humorada de tudo que viveram. Muitos anos se passaram e agora temos o relato de quem conheceu a dor e a violência, sobreviveu, construiu sua própria história e continua acreditando que é possível melhorar o mundo. Eles são os nossos personagens. Eles conduzem a nossa história. Eles são o nosso filme.

FICHA TÉCNICA

Direção Emília Silveira
Coprodução GLOBO FILMES, CAVIDEO, CANAL BRASIL, 70 FILMES
Uma Produção Cavi Borges, Emília Silveira, Sandra Moreyra, Jom Tob Azulay.
Roteiro Sandra Moreyra
Direção de Fotografia Vinicius Brum
Segunda Câmera Vinicius Charret
                                Cecilia Figueiredo
Montagem  Joana Collier
Trilha Original Fabio Mondego
Desenho de Som e Mixagem François Wolf
Som Direto Márcio Câmara
Efeitos Visuais Patricia Tebet
Assistente de Direção Cecilia Figueiredo
  Rosane Hatab
  Marcia Pitanga
Assistente de Roteiro Patricia Silveira
Pesquisa Antonio Venancio
    Margarida Autran
    Marcelo Zelic
    Maria Fernanda Scelza
Consultoria de Conteúdo e Personagens Chico Mendes
Direção de Produção Rosane Hatab
Coordenação de Produção Marcia Pitanga
Produção Cavideo Daniel Barbosa
Duração: 96 min
Gênero / Tipo: Documentário
Formato: Equinox
Distribuição: LIVRES Filmes
Ano de Produção: 2013

BIOGRAFIAS

EMÍLIA SILVEIRA – DIRETORA

Emília Silveira é diretora e roteirista de documentários e de programas de TV.
SETENTA é sua estreia na direção de filmes de longa-metragem. Ele foi realizado em coprodução com a Globofilmes, a Cavideo, o Canal Brasil e a 70 filmes.
Jornalista de formação, já atuou como repórter e editora-chefe em veículos como Jornal do Brasil, O Globo e TV Globo, tendo inclusive conquistado um prêmio Esso de Jornalismo.

Na TV Globo durante 20 anos, foi responsável pela direção, criação e roteiro final de produtos da área de entretenimento, com destaque em programas musicais e transmissões de eventos ao vivo. Festivais e shows nacionais e internacionais, carnaval, Criança Esperança, especiais de fim de ano e documentários musicais são alguns exemplos.

Na Globo News, dirigiu séries musicais sobre Bossa NovaCartolaTom Jobim, criou novas linguagens e modelos de produção para programas de linha do canal, como Sarau.

Sócia e Diretora Artística da produtora 70 Filmes Produções Artísticas, atua como roteirista e documentarista, além de ser responsável  pela criação e desenvolvimento de novos formatos para programas de televisão, projetos institucionais e eventos corporativos, destacando-se a direção e roteiro final de prêmios de cinema e música, para Petrobrás e Multishow, o sorteio preliminar das chaves da Copa do Mundo de 2014, para a Fifa, e a implantação e transmissão de shows simultâneos em seis cidades para lançamento da telefonia celular da Oi em São Paulo.

Atualmente, além de estar focada na distribuição do documentário de longa-metragem: SETENTA, está pré-produzindo dois longas documentais: Operação Albatroz e Simplesmente Edna.