Toula (Nia Vardalos) e Ian (John Corbett) estão casados, e passam bastante tempo tentando compreender a problemática filha adolescente. Mas quando o casal descobre que um casamento de sua família nunca foi oficializado pela religião, todos os Portokalos se reúnem para mais um grande casamento grego.
Blog de cinema criado em 2008 com o intuito de falar sobre a Sétima Arte. Hoje em dia tenho acesso as cabines de imprensa (sessões para jornalistas, apenas) antes dos filmes entrarem em cartaz. Aqui vocês também podem encontrar especiais, notas e um pouco dos bastidores do cinema. Divirtam-se!
X MEN
quarta-feira, 30 de março de 2016
PARA A MINHA AMADA MORTA POR ALÊ SHCOLNIK
“Para minha amada
morta” conta a história de Fernando, um homem que cuida de seu filho único após
a morte de sua esposa. Todas as noites ele arruma as coisas de sua amada morta,
mas um dia ele encontra uma fita VHS que mudará sua vida.
“Para minha amada morta” carrega a natureza humana do marasmo. É um drama
psicológico que aborda solidão, melancolia e ciúme com referências de “O Lobo atrás da Porta" em sua história. O filme é bem inferior em relação ao roteiro e a direção, falta agilidade
e ritmo.
Com um ritmo lento,
um roteiro mal temperado entre drama e tensão, o filme é mal conduzido pela motivação mal construída do protagonista.
O
longa foi premiado no 48º Festival de Brasília nas categorias de melhor
direção; melhor ator coadjuvante, para Lourinelson Vladmir; melhor atriz
coadjuvante, para Giuly Biancato; melhor direção de arte, para Monica Palazzo,
e melhor montagem, para João Menna Barreto. Além de ser eleito como melhor
filme pelo júri da crítica.
ZOOM POR ALÊ SHCOLNIK
Zoom conta a história de três artistas: Edward (Gael García Bernal),
vaidoso diretor de cinema, que tem que lidar com a encomenda de um filme
comercial, mas que, no fim das contas, quer mesmo é realizar uma obra autoral. Emma (Alison Pill), uma autora
de quadrinhos nas horas vagas que quer seios maiores, mas a cirurgia não
resulta como o esperado e Michelle (Mariana Ximenes), uma
modelo brasileira que mora no exterior com o namorado e deseja ser reconhecida
como escritora.
O filme que mistura live-action com animação em rotoscopia
(processo em que se desenha a partir da imagem filmada do ator) apresenta um roteiro confuso e uma narrativa que se divide em três tramas paralelas interligadas com um quê
de “Inception” (A Origem de Christopher Nolan) nos seus personagens.
Tudo acontece em um universo multidimensional onde cada um vive em uma realidade separada, em que um é autor da vida do outro. Um cineasta está filmando um longa-metragem que tem como protagonista uma modelo-autora que está escrevendo um livro relatando as experiências de uma quadrinista que está desenhando uma graphic novel cujo herói é um diretor cinema frustrado.
Tudo acontece em um universo multidimensional onde cada um vive em uma realidade separada, em que um é autor da vida do outro. Um cineasta está filmando um longa-metragem que tem como protagonista uma modelo-autora que está escrevendo um livro relatando as experiências de uma quadrinista que está desenhando uma graphic novel cujo herói é um diretor cinema frustrado.
Nos
cruzamentos entre eles o filme chega a ter bons momentos, principalmente nos
questionamentos seja ele de mercado, arte
e merchandising.
Coprodução
do Brasil com o Canadá, o filme dirigido foi exibido no Festival de Toronto 2015 e foi indicado ao Canadian Screen
Awards, conhecido como o prêmio mais importante do cinema canadense.
VOANDO ALTO POR ALÊ SHCOLNIK
Biografia do primeiro grande saltador da
Grã-Bretanha, Eddie Edwards, conhecido como Eddie The Eagle.
Com atuações
medianas e belas locações, “Voando Alto” é um drama superficial ambientado
entre as décadas de 70 e 80.
A proposta do roteiro é transmitir uma história
bonita, de coragem e de determinação, deixando de lado a carga dramática que
Eddie carrega, a deficiência dos joelhos e o pai que não apoia seu sonho.
O filme
cumpre a função de entreter o público com essa história de superação: um menino
que desde criança desejava se tornar um atleta. O diretor aborda a sua biografia de forma leve
e superficial, apenas levando em conta o seu sonho. O foco da história são suas façanhas e a forma como lutou para ser aceito nas Olimpíadas de Inverno.
Essa
empreitada estrelada por Taron Egerton (Kingsman) que leva as telas talento e
carisma faz de “Voando Alto” um filme cativante e inspirador!
A GAROTA DE FOGO - CRÍTICA EM BREVE
Alicia (Lucia Pollan), uma garota muito doente tem um último desejo: ganhar o vestido da personagem principal de uma série de TV japonesa. O pai da menina, Luis (Luis Bermejo) vai fazer de tudo para deixar sua filha feliz e realizar o desejo dela. Na busca pelo vestido, ele conhece uma jovem com distúrbios (Bárbara Lennie) e um professor aponsentado (José Sacristán).
VISÕES DO PASSADO POR ALÊ SHCOLNIK
“Visões do Passado” conta a história de Peter Bower (Adrian Brody),
um psiquiatra atormentado por um assunto do passado. Traumatizado por uma
tragédia familiar, Peter mantem a rotina de trabalho, enquanto sua mulher sofre
de depressão. Até que um dia ele recebe uma misteriosa visita de uma garotinha,
capaz de mexer com a sua própria sanidade mental.
Capaz de mexer com a sua sub-consciência, armadilhas da mente
humana começam a surgir, assim ele passa a duvidar do que é real ao mesmo tempo
que investiga seu passado familiar.
O diretor Michael Patroni conduz o roteiro que mistura suspense, com
pitadas de terror (o filme nos permite bons sustos), também circula pelo
mistério policial e pelo drama familiar (esse desenvolvido bem
superficialmente).
Destaque para a atuação de Adrian Brody, e o trabalho dos efeitos
visuais junto com a direção de arte realmente assustadores.
“Visões
do Passado” é bastante competente e eficiente no que se propõe, oferecendo um entretenimento
de alto nível.
quarta-feira, 23 de março de 2016
BATMAN vs SUPERMAN - A ORIGEM DA JUSTIÇA POR ALÊ SHCOLNIK
O confronto entre Superman (Henry Cavill) e
Zod (Michael Shannon) em Metrópolis fez com que a população mundial se
dividisse acerca da existência de extra-terrestres na Terra. Enquanto muitos
consideram o Superman como um novo deus, há aqueles que consideram extremamente
perigoso que haja um ser tão poderoso sem qualquer tipo de controle. Bruce
Wayne (Ben Affleck) é um dos que acreditam nesta segunda hipótese.
Nessa
batalha entre grandes heróis, tem um vilão conhecido como Lex Luthor interpretado por Jesse Eisenberg (A Rede Social). O ator rouba a cena em um
personagem psicótico e psicopata, alias cabe a ele ser o fio condutor do roteiro que liga os dois mundos dos
super-heróis.
É uma guerra
civil entre Batman e Superman com direito a frases emblemáticas e a presença
tão esperada da Mulher-Maravilha.
Affleck está
bem em cena, já Cavill continua posando
para editorais de moda.
A direção de
Snyder faz uso das referências de câmeras de Michael Bay (franquia
Transformers), mas deixa a sua marca. São sequências bem elaboradas junto ao exagero de
closes, além dos jogos de
câmeras em busca do eterno heroísmo dos
mocinhos. Será que Christopher Nolan toparia assumir a direção dos próximos
filmes? (Apenas, uma sugestão).
A trilha
sonora de Hans Zimmer merece destaque! Capaz de envolver o espectador
completamente pontuando bem a trama. Os Efeitos Visuais e a edição cumprem muito
bem a sua função.
A fotografia
cinzenta permite um filme mais sombrio e mais envolvente, assim conversando com
a temática do longa que questiona heroísmo, liberdade civil, politica e fé. É um filme bem construído, dentro do que se propõe, porém é cansativo por conta da duração.
Com ótima ambientação
e diálogos politizados, o filme é um combate de gladiadores na história mundial
dos quadrinhos da Dc Comics com a anuência da população local. É um
blockbuster de primeira com gostinho de quero mais!
Não esqueça a pipoca!
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