truque de mestre

X MEN

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sexta-feira, 18 de junho de 2010


O mundo amanheceu mais triste hoje, com a notícia da morte de José Saramago: o escritor português, que teve um de seus livros mais famosos adaptados para o cinema em 2008 por Fernando Meirelles: “Ensaio sobre a Cegueira”.

Em março deste ano, outro longa-metragem inspirado numa obra do autor foi lançado oficialmente em Portugal “Embargo”, baseado no conto homônimo, traz uma história muito curiosa em 80 minutos.
Stephen Dorff vai estrelar“Somewhere”, novo filme de Sofia Coppola, a mesma de “Encontros e Desencontros” e “Maria Antonieta”.
No filme, Dorff faz uma celebridade de Hollywood em depressão. Ao lado dele, a fofa da Elle Fanning, irmã mais nova de Dakota Fanning, interpreta Cleo, sua filha de 11 anos que vai mudar o rumo da vida do pai.
A trilha-sonora conta com Strokes e Phoenix!

O filme estreia somente no dia 22 de dezembro deste ano.
A estréia no cinema acontece daqui a um ano, no dia 29 de julho de 2011. Mas a gente já ficou morrendo de vontade ver, né? No filme, os smurfs são magicamente transportados para Nova York e vão ter que enfrentar diversos obstáculos para retornar à vila deles, na Idade Média.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Depois de ter sua estréia adiada inúmeras vezes, "O golpista do ano", enfim estréia em águas brasileiras.

Estrelado por Jim Carey no papel principal, o filme não encanta. Mesmo tendo atuado brilhantemente em "O Mundo de Andy" e "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças". Jim Carey conhecido por suas caras e bocas ("O Mentiroso", "O Máscara" ou "Débi e Lóide"), exagera no tom, tornando o filme tragicômico.

Boa parte do filme transcorre como um longo flashback, pois Steven está em seu leito de morte. A partir de então, acompanhamos suas mudanças desde o acidente de carro, o homossexualismo, até o golpe final.

Após abandonar a família, Steven vive uma vida de luxo com Jimmy, seu namorado interpretado por Rodrigo Santoro. Apesar de grande importância na história, o filme não dá relevância a relação dos dois, deixando em segundo plano. Uma pena!

Para manter o padrão de vida, Steven começa a dar pequenos golpes que, num efeito bola de neve, vão se tornando cada vez maiores até levá-lo à prisão onde conhece Philip Morris, vivido por McGregor. Ambos começam então a viver um digna história de amor, a questão da sexualidade é apenas um detalhe, que realmente comove no filme todo.

Fora da prisão e com uma vida repleta de mentiras, Steven consegue manter um alto padrão de vida através de seus golpes que rendem bons empregos e salários gigantescos.

O humor em "O Golpista do Ano" vem mais do absurdo das situações, cada vez mais insólitas. A idéia do filme não é que seu personagem seja engraçado mas sim dar graça nas mentiras cada vez maiores e nas situações nada convencionais do romance entre Phillip e Steven.

Se Carrey é careteiro em boa parte do tempo, McGregor encarna o personagem com sensibilidade e honestidade, sem cair na caricatura, já Jim Carey, não se pode dizer o mesmo.

Exibido nos festivais de Sundance e Cannes, o filme nos Estados Unidos ainda é inédito em circuito comercial. Cogitou-se até em lançar o filme direto em DVD. Sinal dos tempos em que a sociedade norte-americana ainda mostra-se mais conservadora?! Em todo caso, é de se aplaudir a coragem e ousadia do ator em aceitar um papel tão controverso.

Pra quem não sabe, o filme é baseado na história real de Steve Russell, um dos maiores mitos da história carcerária americana.

sábado, 5 de junho de 2010

O novo filme de José Joffily se passa no Departamento de Imigração de um aeroporto americano, onde Marshall, o chefe do Departamento comemora sua aposentadoria e seu último dia de trabalho.

Marshall resolve se divertir complicando a entrada no país de vários latino-americanos, - “mantive a idéia de que os atores são oriundos dos países dos personagens.” - Entre eles está Nonato, um brasileiro radicado nos EUA, dois poetas argentinos, uma bailarina cubana e um grupo de lutadores hondurenhos.

Anos depois, Marshall vem ao Brasil em busca de consciência. Em uma de suas bebedeiras conhece Bia, garota de programa que o ajuda nessa jornada em busca de redenção.

A trama se desenvolve através desses dois principais fragmentos: o departamento de imigração americana e o Nordeste brasileiro. O ritmo tenso conduz o final do filme, mas não satisfaz. O filme acaba com a sensação de não ter fim, por mais que possamos presumi-lo.

Olhos Azuis é um filme destemido! Há uma verdade que perpassa suas histórias e se apresenta sem nenhum vestígio de hesitação, forte e pungente!

Com atuações brilhantes, roteiro impecável e fotografia lindíssima, consagra-se com um trabalho primoroso!

“A idéia original do filme surgiu em 1998. Os filmes se ajustam à época, ao talão de cheques e as circunstâncias, no caso de "Olhos Azuis", sempre mantive a vontade de realizá-lo, pois gostava muito da história e dos personagens. Na versão original do roteiro, em um dos primeiros tratamentos, o filme se passava em diversos países: mostraria flashbacks de todos os latinos detidos na migração em seus países de origem. Mas isso tornou a produção muito cara”.

O personagem principal seria interpretado pelo ator Robert Foster. Ele estava completamente inteirado com o projeto, mas não poderia filmar naquele momento, pois estava comprometido com uma filmagem em Cingapura. Foi aí então que surgiu o David Rasche, um ator mais ligado a seriados e comédias.

Co-produzido junto com a Argentina, foi o grande vencedor do II Festival Paulínia de Cinema com seis prêmios, incluindo o de Melhor Filme.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Vem aí “Machete”, do diretor Robert Rodriguez, o mesmo de “Sin City” e “Grindhouse”!

O filme, que estreia em 3 de setembro lá nos EUA, tem Lindsay Lohan, Danny Trejo, Robert De Niro e Jessica Alba no elenco. Trata-se de violência gratuita, corpos sujos, suados e sexo! E Lindsay é uma freira assassina! Para ninguém botar defeito.

O Machete, vivido por Danny Trejo, é um ex-policial federal mexicano que sai matando geral porque foi traído por seu ex-chefe.

domingo, 23 de maio de 2010


Quem diz que Liv Tyler não tem talento é porque certamente nunca assistiu a "Beleza Roubada". A moça dá um verdadeiro show em um filme sensível e tocante, com a maestria do premiado diretor Bernardo Bertolucci.

Em Beleza Roubada, Liv prova de ser uma das mais talentosas da atualidade. A história é bastante simples, após a morte de sua mãe, Lucy parte para a Toscana com as intenções de conhecer seu pai e reencontrar seu primeiro amor, com quem pretende perder a virgindade.

Ao chegar, Lucy reencontra pessoas do passado de sua mãe, capazes de influenciar em sua vida também. Sua beleza estonteante contagia à todos em sua volta, ao mesmo tempo que tenta decifrar o enigma de seu verdadeiro pai.

Todas as cenas se encaixam na projeção, mostrando várias verdades da vida, como nenhuma pessoa é o que realmente aparenta ser, e também a dura busca pela maturidade. Mensagens fortes, traduzidas em cenas também brilhantes!
Cada novo personagem é apresentado como se fosse prioridade no filme. Com um roteiro bem construído, que deu força a todos os personagens se encaixarem nessa empolgante busca de Lucy, o filme envolve cada vez mais o espectador!

Com closes bem indiscretos e que arrancam suspiros do espectador, Bertolucci, premiado por diversas organizações, faz aqui um trabalho menos reconhecido, mas brilhantemente filmado! Sua direção explora os detalhes e, com um ritmo lento e seguro, vai envolvendo o espectador com os personagens, sem deixar a projeção jamais ficar monótona.

Comovente, cheio de surpresas e sensibilidade, conquista o público em seu primeiro olhar!

O elenco, conta com a bela Rachel Weisz em um papel muito envolvente. Jeremy Irons comove como um homem à beira da morte e que se apaixona por Lucy. Ainda assim o show é de Liv! Ela arranca suspiros com sua beleza e ainda consegue uma atuação sensível e conquistadora, que é trágica e alegre ao mesmo tempo. Depois dessa ninguém mais terá coragem de criticá-la.

"Beleza Roubada" é um filme profundamente intimista com desfecho sensível, agradável, emocionante e que conquista o público!

Bertolucci é um cineasta ousado, que gosta de movimentos de câmera sofisticados, roteiros inteligentes e não tem medo de experimentar.

O filme que concorreu a Palma de Ouro em Cannes em 1996, conta com a incrível fotografia de Darius Khondji, que mostra uma Toscana calorosa, com um belíssimo jogo de cores!