truque de mestre

X MEN

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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Você seria capaz de matar uma pessoa se soubesse que não teria que pagar por esse crime perante a lei? E se fosse para proteger sua família? Essas são as principais questões do filme “Uma Noite de Crime” do diretor James DeMonaco. Em uma América assolada pela violência, pelo crime e com penitenciárias lotadas, o governo decreta uma lei: durante 12 horas qualquer pessoa pode cometer qualquer crime sem que seja punida por ele, todos os serviços de ajuda como polícia, bombeiros e hospitais ficam suspensos. Isso faz com que o índice de criminalidade diminua e a sociedade viva em paz já que isso permite que que os cidadãos libertem seus impulsos violentos. Pela lei você pode participar ou simplesmente apoiar sem nenhum tipo de interferência para isso basta colocar um vaso com flores azuis do lado de fora da casa. É dessa forma que a Família Sandin resolve passar por essa noite.

James Sandin, porém tem uma pouco mais de influência nessa noite. Ele trabalha em uma empresa que vende um poderoso sistema de segurança que protege as residências durante essa noite. Mas tudo muda quando o filho mais novo de James resolve abrigar uma das vítimas e seus perseguidores passam a ameaçar a todos dentro daquela casa. Aliás, a casa e a escuridão são dois dos principais personagens do filme como acontece na maioria dos filmes de suspense. Mas a grande diferença desse é que ele te faz pensar que tudo pode se tornar realidade, principalmente, porque tudo se passa em 2022, onde não existem carros voadores, viagens para outros planetas e a Terra não foi assolada por nenhuma guerra, vírus ou invasão alienígena. Não existe uma grande evolução na sociedade, na tecnologia ou nas pessoas.

Tenso, atual e questionável, o filme com certeza nos leva a avaliar algumas coisas na sociedade atual. Traz questões de todos os tipos, uma delas pode ser: e quanto a você, se pudesse quem seria o primeiro que mataria nesta noite?

Para ver “Uma Noite de Crime” é necessário ter sangue frio.

Crítica escrita por: Elaine Albuquerque  Muharre.
A convergência entre mundos através do alinhamento do universo permite uma conexão sobrenatural e perigosa nessa sequência de Thor. Um antigo inimigo está de volta, com sede de vingança. Uma ameaça capaz de destruir todo o mundo. Agora, cabe a Thor se sacrificar, proteger e restaurar o equilíbrio em um jornada de rendição, confiança e muitas surpresas.

Em meio a essa luta, Chris Hemsworth e Natalie Portman voltam a interpretar os personagens da Marvel com uma ótima química em cena. Kate Dennings, mais conhecida pelas comédias que faz, é quem traz uma certeza leveza ao filme com suas tiradas,  mas é Tom Hiddleston que rouba a cena, mais uma vez!

“Thor: O Mundo Sombrio” nos leva ao mundo de Asgard novamente, com uma fotografia bem diferente do anterior. O filme é puro efeito visual, muitas sequências filmadas em chroma key (fundo verde), evidentemente,  e um 3D completamente desnecessário.

Ambientado após o evento de “Os Vingadores”, o filme não chega a ser fantástico, mas diverte.

Não esqueçam que é um filme da Marvel, portanto não saiam da sala, logo!

sábado, 26 de outubro de 2013


Derivado de um seriado de tv, Miá Mello e Fábio Porchat levam as telas do cinema os mesmos personagens com seus próprios nomes. A química entre os atores é super afinada junto com o carisma irresistível dela e a boas tiradas do comediante que surpreende como ator.

Entre todos o filmes que fez até agora, Porchat dessa vez fez um bom investimento. É o timing perfeito entre o ator e um filme do gênero comédia romântica.

Dirigido por Julia Rezende, “Meu Passado me Condena” é um filme despretensioso, é uma boa comédia romântica tradicional, cheia de clichês. Com um roteiro simples, sem ousadias, executa a fórmula clássica com competência. É um filme fofo para ver acompanhado!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

OS SUSPEITOS POR ALÊ SHCOLNIK

Em um pacato suburbio de Boston, duas meninas somem no dia 4 de Julho. A partir dai a trama se desenrola em um excelente thriller policial, com um final surpreendente e intrigante.

Esse supense policial tem Hugh Jackman como um pai de família a princípio bem simples, mas após o sequestro de sua filha, sua personalidade se transforma em um personagem turbulento e violento. Alias, sua atuação é de tirar o fôlego! Será que vem indicação ao Oscar?

O trabalho de todos os suspeitos, sem exceção, também merece destaque! É o máximo que posso falar sobre eles aqui, senão estragaria o filme.

Com um roteiro e a direção competentes, um elenco afinadíssimo, cheio de boas atuações, uma direção de fotografia impecável, “Os Suspeitos” sem dúvida alguma, entra para lista de melhores filmes do ano e para o top 10 de filmes do gênero.

A trama do longa e a realidade tem muito em comum, afinal não sabemos onde, como, quando tudo vai acabar. Agonizante e angustiante, do inicio ao fim, “Os Suspeitos” é o tipo de filme que intriga o espectador, sem tirar nem por. Alias, até te onde você iria para salvar um filho em perigo? Vale tudo?

sexta-feira, 18 de outubro de 2013





16 anos após sua terrível morte em 1997, Lady Diana Frances Spencer, mais conhecida como Lady Di, é homenageada nos cinemas pelo diretor Oliver Hirschbiegel em um filme pessimamente bem-intencionado e sentimental sobre os seus últimos anos.

O erro começa na escolha do material que seria adaptado: o livro “Diana — O último amor de uma princesa”, baseado em boatos e suposições típicas da imprensa, escrito por Kate Snell.

Focado no relacionamento de Diana com o paquistanês Hasnat Khan, o filme reduz o relacionamento com Dodi Fayed à um fantoche que ela utilizava convenientemente para deixar Khan enciumado. Parece que não houve esforço algum em contextualizar politica e historicamente, o resultado pode ser descrito, como uma biografia cordial da princesa nos últimos 2 anos de vida.

Alias, o filme está longe de ser uma biografia sobre a princesa, pouco se fala sobre sua relação com os filhos. O longa mostra uma mulher solitária, vulnerável, muitas vezes carente e insegura com a relação à própria felicidade.

Quem sustenta o longa é o bom trabalho de Naomi Watts (mesmo com a falta de postura), criando uma identificação e simpatia com a reles mortal. Por mais superficial que seja o material que foi dado para  a atriz interpretar, Watts levou as telas um personagem cheio carisma.

O grande público, principalmente os fãs da princesa, poderão achar o filme satisfatório, mas o exagero na aura de integridade que ronda sua imagem, afoga o filme. Em “A rainha”, sua imagem e memória foi revisitada com mais veracidade nas imagens documentais e na inquietação de Sua Majestade Helen Mirren. 

A sensação que fica é que Diana renunciou o amor por conta de traumas de infância (o divórcio dos pais).

Kick-Ass, Hit Girl e Red Mist, agora como Motherfucker, estão de volta para a sequência do irreverente e grande sucesso de bilheterias: KICK-ASS 2.

Baseado na HQ de Mark Millar e John Romita Jr., o longa é mais violento que o primeiro, mas ao mesmo tempo mais maduro. Os personagens envelheceram um pouco, mas o que move o filme continua sendo o desejo de justiça e vingança também.

Após perder seu pai no primeiro filme, Mindy vai morar com o parceiro de trabalho de seu pai: o Sargento Marcus Williams, o que atrapalha e muito seu trabalho nas ruas de Nova York.

O segundo filme da franquia reúne super heróis amadores em busca de justiça, todos inspirados por Kick-Ass. Essa legião de vingadores mascarados independentes é liderada pelo durão Coronel Stars (Jim Carrey em mais uma atuação caricata).

A essência e a indentidade do filme é puramente da personagem Hit Girl/Mindy Macready. O lado angelical da atriz Chloë Grace Moretz dá um toque mais leve e mais maduro ao filme, afinal se trata de uma adolescente de 15 anos nem um pouco popular na escola.

Misturando cenas de ação com momentos de humor negro, o filme não perde o espírito do primeiro. KICK-ASS 2 tem uma certa bravura insana em busca da aniquilação dos vilões.

Fracasso de bilheteria no EUA, KICK ASS 2, tem sequências de lutas sensacionais! Vale a pena conferir!

sábado, 12 de outubro de 2013

É O FIM POR ALÊ SHCOLNIK


Quando se trata de um filme cheio de estrelas Hollywood, dá  até medo de ir ao cinema. “É o fim” não é um filme ruim, justamente pelo fato dos próprios atores zoarem seus estereótipos.

Durante uma festa na casa do ator James Franco, o apocalipse começa a acontecer, liberando um grande mal sobre a terra, fazendo com que Seth Rogen, Jonah Hill, Jay Baruchel e Craig Robinson fiquem presos na casa de Franco enquanto tentam sobreviver aos perigos que estão do lado de fora.

Filme nonsense, tosco, cheio de referências dos 80 e 90.  A coisa é tão surreal que de alguma maneira desperta a nossa curiosidade. Se você gosta de filmes de comédia e não se incomoda com palavrões e piadas sexuais, corra para o cinema!

Inspirado no curta-metragem "Jay and Seth Versus the Apocalypse", realizado por Seth Cohen e Evan Goldberg, o filme  conta com as participações de Channing Tatum, Paul Rudd, Michael Cera, Rihanna, David Krumholtz, Mindy Kaling, Aziz Ansari, Danny McBride, Emma Watson, Kevin Hart e Martin Starr.