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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

MIL VEZES BOA NOITE POR ALÊ SHCOLNIK

O instinto fotográfico leva o fotógrafo de guerra ao contante medo da morte.

Em “Mil vezes Boa Noite” somos expostos a um olhar real, cruel e agressivo do fotojornalismo de guerra, onde a importância do trabalho do fotógrafo  é retratado com louvor.

Em “Mil vezes boa noite” Juliette Binoche interpreta Rebecca,  uma das cinco melhores fotógrafas de guerra do mundo. Uma mulher despida de luxo, maquiagens e supérfluos, que possui a fotografia enraizada em sua vida, em uma atuação poeticamente bela.

Diante dos acontecimentos emocionais dentro de sua família, Rebecca tenta se abster do trabalho para agradar o marido, mas o seu instinto é mais forte, o que coloca a vida deles numa constante tempestade emocional.

A dificuldade de entender a profissão da mulher, impede que o relacionamento familiar cresça por completo, a comunicação entre eles é falha, mostrando que existe uma grande problema interno.

A projeção da imagem fotográfica muitas vezes falam mais do que mil palavras, mas nessa família, infelizmente, isso não é possível.  

Com um argumento interessante e um roteiro falho, o filme se salva pelas boas atuações e  pela fotografia impecável, assim “Mil vezes boa noite” consegue prende o espectador .