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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

ATÉ QUE A SORTE NOS SEPARE 3 POR ALÊ SHCOLNIK


Depois de perder a herança da família em Las Vegas, Tino não consegue arrumar emprego. Após ser atropelado por Tom Barelli, filho do homem mais rico do Brasil, Tino recebe a proposta de trabalhar no mercado financeiro. Assim ele consegue o inimaginável: quebrar a empresa de Rique, o que provoca uma queda na bolsa brasileira e faz a economia do país entrar em crise. 

Junto a esse enredo, a história relembra alguns fatos dos filmes antigos com uma nova roupagem como o boneco no carro de Amaury. Com um timing bom para piadas, o terceiro filme da franquia (se assim posso dizer) é melhor que o segundo.


A química entre Camila Morgado e Leandro Hassum é ótima, alias, é impossível separar os momentos em que o ator está seguindo o texto daqueles em que ele improvisa. 

As participações especiais são um deleite à parte, é gargalhada garantida!  O elenco inteiro parece estar bem a vontade em cena.  

Os personagens novos são claramente inspirados em figuras reais, praticamente uma sátira de Ike Batista e Luma de Oliveira. O filho do casal Tom, interpretado por Bruno Grissoni, segue a mesma linha, tem alguns traços dos filhos do casal.

O roteiro é simples e dinâmico, contém ótimos conflitos entre personagens, mesmo que repetindo alguns clichês. Além disso, o filme tem cenas hilárias e diálogos divertidíssimos. É claro, que não pode faltar romance, e é nesse quesito que os velhos clichês entram em cena.

Não posso deixar de comentar sobre os figurinos, tudo muito contemporâneo, vai do brega ao chique, literalmente.

Agora, impossível  não comentar que qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência. 

Bom filme e não esqueça a pipoca!