truque de mestre

X MEN

X MEN

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Vivemos em um mundo corrompido onde o tempo de compaixão acabou. Fomos amaldiçoados a sobreviver, mas tudo que se afunda, daquilo se ergue. Castigo, destruição, tragédia assumem o mundo com uma facilidade enorme.

“Noé” chega aos cinemas com o propósito de enriquecer nossas mentes e lembrarmos que só colhemos o que precisamos.

Com uma fotografia estonteante e uma montagem  surrealista, “Noé” traz as águas dos céus ao encontros das águas da terra. Em um mundo dominado pelo pecado, Noé recebe uma missão divina: construir uma arca para salvar toda a criação de D_us de um dilúvio.

Tudo que desliza, se arrasta e rasteja entra na arca, como a história diz, mas o filme sofre algumas adaptações no roteiro para criar uma dinâmica melhor entre personagens.

Dirigido por Darren Aronofsky ("Cisne Negro" e "Réquiem para um sonho"), “Noé” tem como base estrutural do filme o chroma key (fundo verde) e Efeitos Especiais muito bem feitos e, obviamente, a direção também. Aronofsky não deixa a desejar em nenhum momento.  Mesmo com adaptações na história, a direção competente nos prende na tela, do começo ao fim do filme.

Russel Crowe carrega muito bem o personagem. O ator leva as telas um trabalho genuíno! Enquanto, Anthony Hopkins está parecendo o Mestre dos Magos (impossível não comentar). O resto do elenco trabalha bem, mas nada que nos leve a ver atuações brilhantes, longe disso.

Irmão contra Irmão, Nação contra Nação, Homem contra O Criador e os pecados capitais estão na projeção que traz o equilíbrio e o paraíso como final feliz, mas será que existe o final feliz?  Pausa para reflexão!

Dica cinéfila: Te encontro no cinema!