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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

HITMAN: AGENTE 47 POR ALÊ SHCOLNIK


Nós determinamos o que somos pelo o que fazemos.

Baseado no videogame “Hitman: Agent 47”, que já deu origem aos livros Hitman: Enemy Within” ,de William C. Dietz,   e Hitman: Damnation”, de Raymond Benson, além da adaptação cinematográfica: “Hitman” de 2007,   a nova versão para os cinemas é lançada em 2015, em uma nova adaptação.

Agente 47 (ou simplesmente "47" ou "Mr. 47") é um assassino de elite, que foi geneticamente programado para ser uma máquina mortífera, perfeita. Conhecido apenas pelos dois seus últimos dígitos do código de barras, tatuado em seu pescoço, ele é o resultado de décadas de pesquisa e quarenta e seis clones anteriores, dando a ele força, velocidade e inteligência nunca antes vistas. Seu último alvo é uma mega corporação, que planeja revelar o segredo do seu passado.

“Hitman” começa com uma sequência típica de videogame, muito bem montada e dirigida. Inicialmente, o roteiro e  a edição são ágeis, dando um ótimo gás ao filme, com cenas de luta muito bem coreografadas.

Ao decorrer da projeção, vemos que o roteiro não é nem um pouco original e peca por ser preguiçoso. Os velhos clichês dos filmes de ação estão lá, no reencontro meloso entre pai e filha e no flerte entre agente e vítima. Além disso, o filme tem um quê de “SALT”, filme estrelado por Angelina Jolie, de 2010.

O enredo pode até deixar a desejar, mas  o longa não deixa de ser um ótimo filme de ação – pelo contrário, “Hitman” tem a boa pegada do gênero, com um toque  “à la Tarantino” na trilha sonora, conseguindo,  novamente, engatar ritmo ao final.

Bom filme e não esqueça a pipoca!