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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

O SENHOR DO LABIRINTO POR ANDREA CURSINO


A história de Arthur Bispo do Rosário, vítima de esquizofrenia, que viveu assombrado por misticismos e alucinações nas instituições psiquiátricas pelas quais passou, entre 1938 e 1989, ano de sua morte. Durante sua reclusão, ele produziu material artístico que hoje é reconhecido mundialmente como parte da arte pop contemporânea.

O Senhor dos Labirinto é um filme de ator. Sem dúvida que o ponto mais positivo do longa é a atuação de Flávio Bauraqui que está muito bem como o artista esquizofrênico.

A história da vida de um artista esquizofrênico é contada em torno da visão do diretor. Uma pena que o diretor Geraldo preferiu se ater a linha simplista de um homem que vivia preso e sua arte. Poderia ter desenvolvido mais a arte de Bispo assim como seu tratamento na instituição psiquiátrica.

A relação do personagem com seus cuidadores interpretados por Irandhir Santos e Maria Flor é ponto positivo. Mostra como o personagem era carismático.

Tecnicamente o filme tem muitos problemas a começar pelo som, passando pela maquiagem, trilha sonora e o ritmo que só começar a ficar interessante quase no meio do filme. As tomadas poderiam valorizar mais, mas a opção também foi econômica, sem contar que eram muito lineares e monótonas.

Caso ocorra curiosidade de ver,  é melhor considerar a atuação do elenco que está muito bem na fita.