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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

MAZE RUNNER POR ALÊ SHCOLNIK


Adaptação do livro de James Dashner, “Maze Runner: Prova de fogo” conta como Thomas e seus companheiros  enfrentam seu maior desafio até agora: buscar pistas sobre a misteriosa e poderosa organização conhecida como C.R.U.E.L., após descobrirem que não estão a salvo.

Neste segundo filme, a turma se junta com combatentes resistentes, que os ajudam a enfrentar as forças vastamente superiores de C.R.U.E.L. ao  descobrir os planos chocantes da Organização.

“Maze Runner” foge do contexto inicial do primeiro filme da franquia adolescente, tornando tudo muito mirabolante. Novos personagens, mal apresentados, inclusive,  e um roteiro pra lá de confuso: são muitos submundos mal explicados durante toda a projeção.

O filme deixa de lado a premissa do primeiro longa. Além disso, a quantidade de referências aos filmes de zumbis (“Resident Evil”, “Eu sou a lenda” e “Guerra Mundial Z”) é enorme. Sim, o filme tem zumbis, o que significa bons sustos (um bom motivo para agarrar o gato ou a gata do seu lado.)!

Esteticamente, “Maze Runner” é muito bom! A Fotografia, os Efeitos Especiais e as boas sacadas de câmera compensam, de alguma forma, os erros de roteiro e de continuidade das locações. O diretor consegue aproveitar todos os ângulos possíveis e filmar boas sequências de ação. A trilha sonora é outro ponto alto do filme, pontuando muito bem a trama.

São duas horas e dez minutos, que poderiam muito bem ser reduzidas, por tornarem o filme longo e cansativo. Enfim, mais nada à declarar!

Ah, não esqueçam o seu combo! Bom filme!