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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

VAI QUE DÁ CERTO 2 POR ALÊ SHCOLNIK


Depois de quase ficarem ricos com um plano quase perfeito e genial, Amaral (Fábio Porchat), Rodrigo (Danton Mello) e Tonico (Felipe Abib) estão precisando de grana mais do que nunca. A crise aumenta ainda mais quando Jaqueline (Natália Lage) aceita casar com um deles. Quando um DVD com cenas comprometedoras cai nas mãos de Danilo (Lúcio Mauro Filho), surge a grande chance de virar o jogo. O sonho de faturarem uma bolada tem apenas alguns obstáculos: um malandro capaz de tudo pra se dar bem (Vladimir Brichta), uma prima periguete e perigosa (Verônica Debom) e dois policiais nada federais. Agora é só seguir o plano cuidadosamente improvisado por eles, que dessa vez não tem como dar errado!

“Vai que dá certo 2” tenta seguir o modelo do primeiro filme, um enredo bobo, com um plano sem pé nem cabeça. Porém, nessa sequência o roteiro é fraco, além de ter muitas sub-tramas e pouquíssimos momentos divertidos. A boa química e atuação do elenco é o que segura o público no cinema.

Filme completamente disperso pela tentativa de englobar vários gêneros, “Vai que dá certo 2”  vai além da comédia que fica por conta de Fábio Porchat, Felipe Abib e Lúcio Mauro Filho, apenas, enquanto Danton Mello e Nathalia Lage vivem um drama e Vladimir Brichta e Felipe Rocha estão dentro de um filme policial (alias, o filme conta com boas cenas de ação). São muitas tramas paralelas para um filme só, assim deixando o longa sem identidade alguma, ao contrário do primeiro. Essa sequência fica bem aquém do primeiro que é gargalhada garantida!


Para quem não lembra, “Vai que dá certo” marca o reencontro de cinco amigos de adolescência que percebem que não alcançaram o sucesso planejado, então decidem assaltar uma transportadora de valores.

Bom filme!