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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

CAÇADORES DE EMOÇÃO: ALÉM DO LIMITE POR ALÊ SHCOLNIK


Um jovem agente do FBI (Luke Bracey) tem como missão se infiltrar em meio a atletas de esportes radicais, suspeitos de cometerem uma série de roubos nunca vistos até então. Não demora muito para que ele se aproxime de Bodhi (Édgar Ramirez), o líder do grupo, e conquiste sua confiança.

Com a proposta de fazer um remake de “Caçadores de Emoção”, sucesso dos anos 90, “Caçadores de Emoção – Além do limite” foge completamente da essência do filme. Além disso, conta com um roteiro fraquíssimo (se é que se pode chamar de roteiro!)  Não existe construção de personagem, a narrativa é fraca (alias, tudo soa falso), os diálogos são previsíveis e pífios junto com as péssimas atuações. O que se salva no filme são os jogos de câmeras nas sequências de esportes radicais, a Fotografia, os Efeitos Especiais e as belas paisagens. A montagem junto com os Efeitos funciona bem e impressiona, mas durante a projeção também somos “agraciados” com momentos de clipes musicais, alias, já que estamos falando de música, a trilha sonora é completamente desconexa com a proposta do filme.

Enfim, é preciso coragem para se propor a fazer um remake seja lá do filme que for, e se for faze-lo, tenha talento, algo que falta no diretor Ericson Core.

O longa poderia ser muito bem vendido como um filme de esportes radicais misturando crenças espirituais, mas parece que carregar o nome Keanu Reeves e Patrick Swayze trará muito mais bilheteria aos estúdios, já que seu orçamento é do gênero milionário.
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Bom filme e não esqueça a pipoca!