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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

13 HORAS POR ALÊ SHCOLNIK


Baseado no best-seller do New York Times que deu origem ao filme, “13 Horas” apresenta a história real dos acontecimentos de 11 de Setembro de 2012 (seriam consequências dos ataques de 11 de Setembro de 2001?), quando terroristas atacaram o Complexo da Missão Especial do Departamento de Estado dos EUA e o Anexo base da CIA, em Benghazi, na Líbia.

Uma equipe de seis soldados lutou bravamente para repelir os agressores e proteger os americanos que lá trabalhavam, indo além de suas obrigações e realizando atos extraordinários de coragem e heroísmo para impedir uma tragédia ainda maior.

Um relato infame, surreal e verdadeiro do confronto que aconteceu durante as treze horas do atentado de uma noite encoberta por mistério e controvérsia.

Enquanto a direção tem identidade, o roteiro não tem. Coube ao diretor Michael Bay assumir a direção deste projeto que falta originalidade no roteiro.  Cheio de clichês e referências à outros filmes do gênero (Sniper Americano, Guerra ao Terror, Argo),  o roteiro peca no exagero da contextualização, ao mesmo tempo que ajuda na apresentação dos personagens, junto à isso ainda tem os famosos clichês que até ajudam a suavizar a estrutura de guerra.

“13 Horas” conta com a boa direção de Michael Bay, que, inclusive, leva a sua marca registrada ao filme. O diretor da franquia “Transformers” deixa a sua famosa assinatura no filme através dos ângulos de câmera  e  dos lens flares.

A  história desses heróis que arriscaram sua vida uns pelos outros, por seus compatriotas e por seu país combina  uma boa montagem, edição de som e trilha sonora na cena do grande embate.