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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

AMOR EM SAMPA POR ALÊ SHCOLNIK


Comédia romântica, com roteiro de Bruna Lombardi e direção de Carlos Alberto Riccelli retrata cinco histórias de amor e de sonhos que se entrelaçam, percorrem a intimidade das relações e mostram como todos estão conectados nessa grande cidade. 

A capital paulista é personagem e cenário do filme, assim ela  empresta sua grandiosidade e lugares emblemáticos para o desenrolar da trama clichê que é conduzida pelo taxista Cosmo (Carlos Alberto Ricelli).

Nos encontros de “Amor em Sampa”, entre o mundo da moda e os palcos,  se encontram muitos personagens, entre elas as amigas Mabel e Carol (Letícia Colin e Bianca Muller), núcleo que mais chama atenção pela versatilidade das atrizes.

O roteiro do filme tem referência narrativa da comédia romântica americana “Idas e Vindas do Amor”, são vários núcleos que contam suas histórias, junto à isso, ainda tem uma possível referência de narrativa e estilo da comédia musical “Todos dizem eu te amo” de Woody Allen. “Amor em Sampa” conta com a ajuda da música (escritas por Riccelli e Bruna) para contar as histórias de seus personagens. Porém o filme está longe do talento do cineasta americano, é tudo muito forçado em cena, falta emoção na direção, no roteiro e nas atuações, além disso, o filme conta com alguns personagens estereotipados. 

A tentativa de reunir um grande elenco com histórias de amor e sonhos que se conectam na metrópole, simplesmente, não funciona.