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quarta-feira, 9 de março de 2016

A SÉRIE DIVERGENTE: CONVERGENTE POR ALÊ SHCOLNIK



A sociedade baseada em facções, na qual Tris Pior acreditou um dia, desmoronou pela violência e por disputas de poder. Agora, Tris terá de lidar com novos desafios e se vê mais uma vez forçada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.

O filme aborda a questão do poder e da padronização do ser humano, superficialmente, o terceiro filme da franquia Divergente é mais um jogo de poder, como tem acontecido em outros filmes do gênero, “Jogos Vorazes” é um deles. A questão politica é boa, porém mal desenvolvida, é tudo muito superficial.

 O saga para atravessar o muro acontece, como esperado, mas o encontro com o que vêm depois é um labirinto com pouca ação e mais romance.

Miles Teller é quem dá um toque cômico a série e ao filme. Cabe a ele, as boas tiradas, além das caras e bocas do personagem.

Naomi Watts, Octavia Spencer e Jeff Daniels dão dá credibilidade a franquia, encabeçando o time pela luta do poder.  

A direção de Robert Schwentke é fraca, assim como o roteiro que também é previsível. A Fotografia e os Efeitos Visuais se destacam pela beleza e destreza.  

A série Divergente: Convergente é o tipico filme blockbuster, como esperado pelo público. É filme para comer pipoca! Não esqueça seu combo!