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quarta-feira, 30 de março de 2016

PARA A MINHA AMADA MORTA POR ALÊ SHCOLNIK


“Para minha amada morta” conta a história de Fernando, um homem que cuida de seu filho único após a morte de sua esposa. Todas as noites ele arruma as coisas de sua amada morta, mas um dia ele encontra uma fita VHS que mudará sua vida.

“Para minha amada morta” carrega a natureza humana do marasmo. É  um drama psicológico que aborda solidão, melancolia e ciúme com referências de “O Lobo atrás da Porta" em sua história. O filme é bem inferior em relação ao roteiro e a direção, falta agilidade e ritmo.

Com um ritmo lento, um roteiro mal temperado entre drama e tensão, o filme é mal conduzido pela motivação mal construída do protagonista.

O longa foi premiado no 48º Festival de Brasília nas categorias de melhor direção; melhor ator coadjuvante, para Lourinelson Vladmir; melhor atriz coadjuvante, para Giuly Biancato; melhor direção de arte, para Monica Palazzo, e melhor montagem, para João Menna Barreto. Além de ser eleito como melhor filme pelo júri da crítica.