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quarta-feira, 20 de abril de 2016

O CAÇADOR E A RAINHA DE GELO POR ALÊ SHCOLNIK


A história de sucesso que gerou  uma continuação da franquia (só que sendo um prequel antes mesmo de Branca de Neve nascer) transforma-se em um mash-up de contos de fadas onde a "heroína boazinha" da versão original sequer é considerada. Assim, muito tempo antes da malvada Rainha Ravenna (Charlize Theron) ser derrotada pela espada de Branca de Neve, ela assistiu silenciosamente sua irmã, Freya (Emily Blunt), sofrer uma traição devastadora e fugir de seu reino, mergulhando em uma profunda depressão. Anos mais tarde, ao saber da morte de Ravenna, Freya decide ir em busca de seu espelho mágico. Só que Ravenna ressuscita e caberá à Rainha do Gelo e aos rebeldes Erik (Chris Hemsworth) e Sara (Jessica Chastain) lutarem, mais uma vez, contra os poderes malignos da vilã.

Com um roteiro sem pé nem cabeça, com referências de “Frozen” e “Narnia”, “O Caçador e a Rainha de Gelo” conta com a direção fraquíssima de Cedric Nicolas-Troyan.  

O filme se perde completamente no enredo que é cheio de lacunas no roteiro, sem contar com a velha e boa mensagem dos contos de fadas (tem que ter, né). A teoria de que "o amor conquista tudo" están nos diálogos piegas, enjoados e sem emoção. O que se salva são os atores que estão bem em cena, a maquiagem e o figurino. Nem a montagem e os Efeitos Visuais agradam, mesmo lembrando um pouco a estética do anterior. “O Caçador e  e a Rainha de Gelo” tinha tudo para ser um bom blockbuster, porém com os sucessivos problemas da direção e do roteiro fazem do filme uma grande miscelânea de erros.